"E sonhou: e eis uma escada posta na terra, cujo topo tocava nos céus; e eis que os anjos de Deus subiam e desciam por ela;" Genesis, 28:12: .
Quando Jacó saiu da cidade de Berseba rumo a Harã, já tinha andado durante três dias. Ao por do sol tomou uma pedra e colocou sob sua cabeça e começou a repousar. Durante a noite diz a Bíblia que Jacó teve um sonho, ele via uma grande escada, na quais anjos subiam e desciam. Também via que perto dele estava o Senhor que reatava as promessas a Jacó, as mesmas já prometidas anteriormente para Abrão e Isaque. Mas para Jacó ser contemplado com as promessas de Deus era necessário que ele subisse escada acima até encontrar-se com o Senhor.
A visão nos mostra que;
a) Mesmo tendo uma distância imensurável, existe um caminho para o céu.
b) O céu esta mais perto do que se imagina.
c) Deus, esta sempre próximo de nós.
d) Que os anjos ministram entre o céu e a terra. A promessa de Deus foi explícita "E eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; porque não te deixarei, até que haja cumprido o que te tenho falado. " Genesis, 28:15.
Quando Jacó saiu de sua cidade, sua intenção era arrumar uma esposa, com consentimento de seu pai Isaque, mas enviado por sua mãe Rebeca. O fato de dormir no campo era porquê as nações da rota natural era seus inimigos. Isso fez com que ele dormisse no campo. É muito mais confortante dormir entre as feras do campo com travesseiro de pedra ao lado do Senhor, do que nas casas dos inimigos. Muitas vezes passamos por algumas aflições em nossas vidas, mas em todas elas nosso Deus nunca nos desampara.
Ele, sempre, esta reatando suas promessas para seus servos. Nunca devemos reclamar as condições nas quais nos encontramos. Devemos pedir que Deus sempre esteja conosco. Caro leitor tenha certeza durante teu sono em travesseiro de pedra existe uma escada com seu topo la no céu, e o filho de Deus administrando a subida e descida dos anjos afim de servir você.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
O Sonho de uma Bailarina
Desde pequena Karina só tinha conhecido uma paixão: dançar e ser uma das principais bailarinas do Ballet Bolshoi.
Seus pais haviam desistido de lhe exigir empenho em qualquer outra atividade.
Os rapazes já haviam se resignado: o coração de Karina tinha lugar somente para o ballet.
Tudo o mais era sacrificado pelo objetivo de um dia tornar-se bailarina do Bolshoi.
Um dia, Karina teve sua grande chance.
Conseguiu uma audiência com o diretor Master do Bolshoi, que estava selecionando aspirantes para a companhia.
Nesse dia, Karina dançou como se fosse seu último dia na terra.
Colocou tudo o que sentia e que aprendera em cada movimento, como se uma vida inteira pudesse ser contada em um único passo.
Ao final, aproximou-se do renomado diretor e perguntou-lhe: "então, o senhor acha que posso me tornar uma grande bailarina?"
Na longa viagem de volta à sua aldeia, Karina, em meio às lágrimas, imaginou que nunca mais aquele "não" deixaria de soar em sua mente.
Meses se passaram até que pudesse novamente calçar uma sapatilha, ou fazer seu alongamento em frente ao espelho.
Dez anos mais tarde, Karina, já uma estimada professora de ballet, criou coragem de ir à performance anual do Bolshoi em sua região.
Sentou-se bem à frente e notou que o senhor Davidovitch ainda era o diretor Master.
Após o concerto, aproximou-se dele e contou-lhe o quanto ela queria ter sido bailarina do Bolshoi e quanto lhe doera, anos atrás, ter ouvido dele que ela não seria capaz disso.
"Mas, minha filha... - disse o diretor - eu digo isso a todas as aspirantes."
Com o coração ainda aos saltos, Karina não pôde conter a revolta e a surpresa dizendo: "como o senhor poderia cometer uma injustiça dessas? Eu poderia ter sido uma grande bailarina se não fosse o descaso com que o senhor me avaliou!"
Havia solidariedade e compreensão na voz do diretor, mas ele não hesitou ao responder: "perdoe-me, minha filha, mas você nunca poderia ter sido grande o suficiente, se foi capaz de abandonar o seu sonho pela opinião de outra pessoa."
Quando estabelecemos metas específicas é muito maior a nossa chance de conquistarmos nossos sonhos.
Dedicação e empenho também são requisitos indispensáveis nessa dura jornada.
No entanto, mais importante do que tudo é acreditarmos efetivamente na própria capacidade de atingirmos os objetivos propostos.
Muitos serão aqueles que, pelas mais variadas razões, colocarão obstáculos em nossa caminhada.
Alguns dirão que nosso sonho é uma grande bobagem.
Ou, ainda, que se trata de muito esforço à toa.
Outros falarão que não somos capazes de alcançá-los e que deveríamos optar por objetivos mais fáceis.
E assim, muitos desistem da luta, por medo, por preguiça, ou porque acreditaram nas previsões negativas dos outros.
No entanto, nossos sonhos continuarão lá, dentro de nossos corações e diante de nossos olhares.
Mesmo que deixemos de nos esforçar para ir ao encontro deles, eles permanecerão fazendo parte de nós, como uma tarefa não cumprida.
Projetos nobres e ideais justos não devem ser abandonados nunca.
Convictos de sua importância perante a vida, esforcemo-nos para alcançá-los, não importando quantas tentativas sejam necessárias para isso.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
A MÃO QUE ESCREVIA NA PAREDE DO PALÁCIO DO REI BELSAZAR
O rei Belsazar, filho de Nabucodonozor, deu uma grande festa, e usou os copos sagrados de ouro e de prata que seu pai havia tirado do templo de Jerusalém, onde os israelitas adoravam a Deus. Todos começaram a beber vinho neles, e a louvar os deuses de ouro, de prata, de bronze, de madeira e de pedra. De repente, apareceu a mão de um homem e ela começou a escrever na parede. Ao ver a mão, o rei ficou pálido de medo e começou a tremer, da cabeça aos pés. Ele ordenou que chamassem os adivinhos, os sábios e os astrólogos e disse: “Aquele que ler o que está escrito na parede e me explicar o que quer dizer, será a terceira autoridade mais importante no meu reino.” Mas, nenhum deles pôde ler o que estava escrito na parede. Então a rainha mãe disse: há um homem que serviu o seu pai, quando ele era rei, ele pode interpretar sonhos, e resolver assuntos difíceis. Seu nome é Daniel, chame-o e ele explicará o que está escritório na parede. Pediram para chamar a Daniel, e ele se apresentou ao rei e disse o que estava escrito lá: “Oh rei! Você desafiou o Deus vivo, o rei do céus, e usou os copos consagrados que eram usados no templo de Deus, e o rei louvou outros deuses diante de todos. Esses deuses não falam e não ouvem nada e o rei deu a glória que era de Deus para deuses estranhos. Por isso ele escreveu isso na parede dizendo, MENE, MENE TEQUEL e PARSIM. “Mas então o que significa isso?” – disse o rei. “MENE quer dizer que Deus contou o número de dias do seu reinado, e resolveu terminá-lo. TEQUEL quer dizer que o senhor rei foi pesado na balança e pesou muito pouco. PARSIM quer dizer que o seu reino está dividido, e entregue a outro reino.” Aí o rei Belsazar teve que cumprir o que prometeu, mandou que vestissem Daniel com roupas de púrpura, pusessem uma corrente de ouro no seu pescoço e anunciassem que dali em diante ele seria a terceira pessoa com autoridade no reino. Na mesma noite, o rei Belsazar morreu, e o rei Dario assumiu no seu lugar.
6- Aplicação: Se alguém despreza a Deus, não ama ao Senhor, ela está “plantando” uma semente de desprezo. E vai colher desprezo, ou seja, vai ser desprezada por Deus também. Com Deus não se brinca. Deus é a nossa autoridade maior, o nosso criador, o nosso dono, e por isso devemos respeitá-lO. Por ex: cantar música pra Deus e depois cantar música do mundo, é errado, como falar do amor dEle e depois falar palavrão, é errado, ficar conversando, quando a Palavra de Deus esta sendo ensinada, é errado. Pedir para as crianças darem outros exemplos.
7- Atividade: Versículo- Espelho. Escreva um versículo numa faixa larga, para que seja bem legível para as crianças lerem, escreva de trás pra frente: 1:821 somlaS – “rohneS oa emet euq eleuqa zileF (“Feliz aquele que teme ao Senhor”) – o grupo que ler corretamente o versículo ganha. Variações: 1- pode fazer com vários versículos; 2- Fazer com palavras, escolhe uma palavra, “Respeito” cada letra tem um número ou símbolo, e a criança tem que formar a palavra na sequência dos números ou símbolos que você der, pode usar várias palavras, referente ao texto.
8- Comunhão / Encerramento
6- Aplicação: Se alguém despreza a Deus, não ama ao Senhor, ela está “plantando” uma semente de desprezo. E vai colher desprezo, ou seja, vai ser desprezada por Deus também. Com Deus não se brinca. Deus é a nossa autoridade maior, o nosso criador, o nosso dono, e por isso devemos respeitá-lO. Por ex: cantar música pra Deus e depois cantar música do mundo, é errado, como falar do amor dEle e depois falar palavrão, é errado, ficar conversando, quando a Palavra de Deus esta sendo ensinada, é errado. Pedir para as crianças darem outros exemplos.
7- Atividade: Versículo- Espelho. Escreva um versículo numa faixa larga, para que seja bem legível para as crianças lerem, escreva de trás pra frente: 1:821 somlaS – “rohneS oa emet euq eleuqa zileF (“Feliz aquele que teme ao Senhor”) – o grupo que ler corretamente o versículo ganha. Variações: 1- pode fazer com vários versículos; 2- Fazer com palavras, escolhe uma palavra, “Respeito” cada letra tem um número ou símbolo, e a criança tem que formar a palavra na sequência dos números ou símbolos que você der, pode usar várias palavras, referente ao texto.
8- Comunhão / Encerramento
domingo, 11 de setembro de 2011
QUEBRAGELOS E BRINCADEIRAS
TELEFONE SEM FIO
OBJETIVO : trabalhar os ruídos na comunicação
MATERIAL : humano
DESENVOLVIMENTO : dividir os participantes em dois grupos com igual número de participantes que deverão sentar-se frente a frente em fila. Numa das extremidades, entre as duas fileiras posiciona-se o instrutor. O instrutor deverá então falar uma palavra ou frase no ouvido dos dois primeiros participantes, que deverão passá-la adiante e assim sucessivamente. O último jogador da fileira ao receber a mensagem, deverá levantar a mão acusando seu recebimento e reproduzi-la para sua verificação. Ganha o jogo o grupo que ao final de três partidas fizer o maior número de pontos pela velocidade e precisão.
VARIAÇÃO : em vez de dois grupos pode-se fazer a atividade com todos os participantes conjuntamente, contudo perde-se a característica de jogo por não ter competição.
APANHAR O BASTÃO
OBJETIVO : apresentação de grupos ou propiciar maior integração.
MATERIAL : bastão ou vassoura
DESENVOLVIMENTO : formar um círculo o mais aberto possível. cada participante deve inicialmente falar seu nome para que os demais o recordam ou aprendam.
Escolhe-se um jogador que se coloca no centro do círculo segurando uma das extremidades do bastão que está apoiado no chão. Este deve iniciar o jogo falando o nome de um dos componentes do círculo. ao mesmo tempo em que o chama deve soltar o bastão. Aquele que foi chamado deve correr para o centro e tentar apanhar o bastão antes que este toque o chão. Se conseguir apanhá-lo substituirá o jogador do centro e continua o jogo chamando outro participante. Caso contrário, ou seja, se não pegar o bastão antes que este chegue ao chão, retornará ao seu lugar e o jogador do centro permanece onde está reiniciando a atividade.
O jogo termina quando todos tiverem sido chamados.
A Palavra de Deus que transforma (introdução para lição ou quebragelo)
Objetivo: Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas.
Material: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água.
Descrição:
Primeiro se explica que a água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós, depois se coloca a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor, após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois a vidro de remédio e por último a esponja. Explicar que a água é a Palavra de Deus e os objetos somos nós. Dê um objeto para cada pessoa.
Colocar 1º a bolinha de isopor na água. Refletir: o isopor não afunda e nem absorve a água. Como nós absorvemos a Palavra de Deus? Somos também impermeáveis?
Mergulhar o giz na água. Refletir: o giz retém a água só para si, sem repartir. E nós?
Encher de água o vidrinho de remédio. Despejar toda a água que ele se encheu. Refletir: o vidrinho tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo. E nós ?
Mergulhar a esponja e espremer a água. Refletir: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada.
Iluminação Bíblica: Is 40,8 ; Mt 7,24 ; 2Tm 3,16
Jogo comunitário (Quebragelo com grupo novo)
Objetivo: Descontrair e ao mesmo tempo ajudar a memorizar o nome dos outros participantes.
Material: uma flor.
Desenvolvimento: os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Diz para a pessoa que está à sua esquerda : senhor… (diz o nome da pessoa), receba esta flor que o senhor…(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou…
E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ou esquecer algum nome, passará a ser chamado pelo nome de um bicho. Por exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez de dizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho.
O líder deve ficar atento e nào deixar os participantes entediados. Quanto mais rápido se faz a entrega da flor, mais engraçado fica o jogo.
Garrafa da graça
Material necessário: Uma garrafa vazia (pode ser re refrigerante).
Desenvolvimento:
O grupo deve sentar, formando um círculo.
O líder coloca a garrafa deitada no chão no centro da sala e a faz girar rapidamente, quando ela parar estará apontando (gargalo) para alguém e, o professor dará uma palavra de encorajamento ou estímulo à essa pessoa.
A pessoa indicada pela garrafa terá então a tarefa de girá-la e falar palavras de encorajamento para quem ela apontar e assim sucessivamente.
Textos para trabalhar após este exercício: 1 Pe 4:10,11; Ef 4:29,30; Pv 12:25.
Como me sinto através de desenhos (calmo)
Material: Uma folha para desenho e um lápis colorido para cada participante.
Desenvolvimento:
1.Distribuídos os materiais da dinâmica, o líder explica o exercício: Cada qual terá que responder, atrvés de desenhos, à seguinte pergunta:
Como me sinto hoje?
Dispoem de 5 minutos para preparar a resposta.
2.Os participantes desenham sua resposta
3. A apresentação dos desenhos é feita todos em círculo, mostrando os desenhos e explicando o porque deles.
Famílias de Pássaros (Moderado)
1-Passos:
- Participantes são divididos em duas equipes: a) A família dos Joões-de-barro; b) a família dos pardais
Nos extremos opostos da sala, marcam-se dois ninhos: a) um dos Joões-de -barro; b) outro dos pardais.
Os Joões-de-barro caminham agachados e os pardais brincam saltitantes, num pé só. Uns e outros brincam juntos num mesmo espaço.
- Enquanto estiverem andando todos misturados, mas cada qual em seu estilo, será dado um sinal e as famílias terão de voltar a seus ninhos. Cada qual o fará agachado ou saltitando, conforme se trate de João-de-barro ou pardal. A família vencedora será aquela, que, por primeiro, reunir todos os seus companheiros no ninho.
Confusão de Sapatos
Passos:
- Traçam-se 2 linhas paralelas a uma distancia de 10m.
- Atrás de uma das linhas, a de partida, ficam alinhados os participantes
- atrás da outra linha, ficam os sapatos dos participantes, todos misturados, porém sem estarem amarrados ou abotoados.
- Ao sinal de partida, todos correm para a linha de chegada, e cada qual procura calçar o seu sapato. Este deve ser amarrado ou abotoado, conforme a necessidade. Em seguida, retorna-se à linha de partida.
- O primeiro que transpuser a linha de partida, devidamente calçado com o seu sapato, será o vencedor.
Mister Balão
Material: Balões por equipe.
Desenvolvimento:
- O líder divide o grupo em equipes. Cada uma delas escolhe um representante para o concurso de “Mister Balão”. A um sinal do animador, cada equipe procura “rechear” seu candidato até que fique repleto de balões. Dispõem de três minutos para executá-lo. Ganha a equipe que conseguir “rechear”seu representante com o maior número de balões.
Meu Vizinho
Formação: todos em círculo
Desenvolvimento:
O líder começa o jogo dizendo: “O meu vizinho é …” ( aqui diz uma qualidade ). Conforme a letra que inicia a palavra dita, todos as outras crianças devem dizer palavras que se iniciem com a mesma letra. Por ex., se o líder disser: “Meu vizinho é corajoso”, todas as demais crianças dirão palavras com a letra “C”. Não podem repetir palavras. Terminada a primeira rodada, o líder escolhe outra letra e assim por diante prossegue o jogo.
Corrida Bíblica
Divida o grupo em dois. São colocados dois representantes de cada equipe, e eles terão que achar a passagem na bíblia que o líder falar e quem acerta, dá um passo pra frente. O líder marca um lugar de chegada. Ganha quem chegar primeiro.
CAIXA DE FÓSFORO (para juvenis, para crianças pequenas é perigoso)
Solicita-se que dois ou mais juvenis se apresentem no meio do grupo.
Cada um receberá uma caixa de fósforos, que deverá ser aberta somente com uma das mãos e, uma vez aberta, tirar
um palito de fósforo e acendê-lo.
O primeiro que conseguir será o vencedor.
STOP BÍBLICO
Também é uma adaptação deste conhecido jogo, para uso com nomes bíblicos. Da mesma forma comporta adaptações a gosto do grupo.
1 – Pode ser feita com os itens : Nomes de pessoa, cidades, frutas, animais, instrumentos musicais ou de trabalho, profetas e reis, rios, discípulos ou evangelistas, hinos, livros da bíblia, etc.
2 – Depois de definidos os itens, sorteia – se uma letra.
3 – Os coordenadores da brincadeira dão o tempo máximo da brincadeira (por exemplo 1 minuto). Se alguém
termina antes deste tempo grita stop, e os demais devem parar imediatamente, (mesmo se estiver no meio da palavra).
Caso ninguém termine antes do prazo estipulado, o coordenador é quem fala stop, ao terminar o tempo.
4 – Contam – se então os pontos da seguinte forma : Palavra original (que ninguém mais tenha escrito) : 10 pontos. Palavra que mais uma pessoa tenha escrito : 5 pontos.
5 – Após um número de rodadas (definido previamente para evitar chorumelas), totalizam – se os pontos.
TEMPESTADE (para juvenis)
PROCEDIMENTOS: O líder orienta que todos coloquem as cadeiras em círculo. O líder escolhe uma criança – que deverá colocar a sua cadeira
no centro do Círculo – e prossegue com as orientações:
1- “Vocês estão em pleno oceano, dentro de um grande barco. Todos são passageiros ou tripulantes e a pessoa que está no centro é o comandante do barco;”
2- “O comandante comenta que o mar está tranqüilo, em total calmaria;”
3- “Em dado momento, ele (o comandante) dirá: ´duas ondas nos empurram para a direita´ – Todos devem pular duas cadeiras para a direita. Se ele disser: ´uma onda nos empurra para a esquerda´, todos devem voltar uma cadeira para a esquerda, e assim por diante, sempre seguindo-se a ordem do comandante. Se ele disser `uma onda nos empurra para a frente, todos devem levantar e sentar rapidamente (tipo ´ola´). Se ele gritar “tempestade”, tocos correm e trocam de cadeira, inclusive o comandante. Quem sobrar, será o comandante e continuará a brincadeira.
“OLÁ MEU BICHINHO!”
MATERIAL:
Aparelho de som e CDs com louvores infantis bem animados. Uma venda para olhos (pano de preferência escuro).
PROCEDIMENTO:
O líder solicita que todos fiquem de pé, livres, soltos, sem nada nas mãos. Solicita uma criança voluntária que será vendada e prossegue com as orientações:
1- Eu vou colocar um louvor e vocês deverão dançar de mãos dadas em Círculo ao som da música.
2- A criança vendada ficará no centro do Círculo.
3- Quando eu parar a música, a criança que está no centro do Círculo apontará para uma criança do círculo e irá na direção desta. Chegando próximo dirá: “Olá Meu Bichinho!”.
4- A criança escolhida deverá então imitar o som de um animal (latir, miar, coaxar, etc.)
5- A criança vendada no centro do círculo deverá adivinhar quem é a criança que está imitando o bichinho, dizendo seu nome.
6- Serão dadas três chances. Caso a criança não acerte, continuará no centro do Círculo e outra música é colocada e a brincadeira prossegue.
7- Caso acerte, a criança que foi o “bichinho” será vendada e irá para o centro do Círculo, e a brincadeira prossegue. Quem for descoberto 3 vezes paga alguma prenda.
TERRA, CÉU E MAR
OBJETIVOS: Aquecer e exercitar o senso de direção, percepção de espaço e, naturalmente, descontrair.
PROCESSO: O líder convida o grupo a formar uma fila única, uma atrás da outra, alinhadas da menor para a maior.
A fila deverá formar-se a partir de uma distância de, mais ou menos, um metro de onde está o líder.
Começa a orientação: “a fila onde vocês estão é denominada TERRA, à sua direita é o CÉU e à sua esquerda é o MAR”.
Quando eu disser: TERRA! Todos irão para a terra… CÉU! Todos irão para o céu… MAR! Todos irão para o mar. Aqueles que “titubearem” ou deixarem de ir, vão sendo excluídos”.
Ao vencedor oferecer um prêmio.
CAIXINHA DE SURPRESAS
OBJETIVOS: Despertar e exercitar a criatividade do grupo.
MATERIAL: Caixinha com tiras de papel onde se deve escrever previamente algumas tarefas engraçadas, som com cd ou gravador.
PROCESSO: Formar um círculo. A caixinha deverá circular de mão em mão, até que o som da música pára simultaneamente.
Aquele que estiver com a caixinha no momento em que a música parar, deverá tirar de dentro da caixinha uma papeleta coma tarefa e executá-la.
Continuar a brincadeira até enquanto estiver interessante.
LARANJA NO PÉ
OBJETIVOS: Agradável, aguça o nível de atenção nas crianças e estimula o espírito de solidariedade.
MATERIAL: 2 laranjas.
PROCESSO: Assentar os participantes, em duas filas de cadeiras.
Uma laranja é colocada sobre os pés (que estão unidos) da primeira pessoa de cada fila, que procurará passar a laranja sem a deixar cair, para os pés da segunda pessoa e assim por diante.
Se a laranja cair, a brincadeira prosseguirá, do ponto em que caiu, utilizando o tempo que for preciso. Será vencedor o grupo que terminar primeiro.
VOCÊ ME AMA ?
PROCESSO: Formar um círculo, bem amplo, o mais espaçado possível, com cadeiras.
Solicitar uma criança voluntária e orientar que ela fique no centro do grupo, em pé.
Retirar do círculo a cadeira que ela (a criança voluntária) estava sentada.
“Quem ficar no centro, deverá dizer – sem demora, agilmente – bem alto, o seguinte para alguém sentado:
Você me ama? A pessoa interrogada responderá: Sim, amo. O voluntário perguntará: Por quê ? O outro responderá alegando alguma coisa que o voluntário usa. Ex: Porque você usa tênis.
No momento em que disser que ele sua tal coisa, todos do círculo que estiverem usando também, deverão mudar de lugar, inclusive o voluntário.
O participante que ficar sem cadeira reinicia a brincadeira, dirigindo-se a outra pessoa: “Você me ama?” “Sim, amo você.” “Por quê?” “Porque você usa óculos”…. e assim por diante
BRINCADEIRA DE PEGA-PEGA
MATERIAL: Papel (folhas), pincel atômico, relação de “palavras secretas” e fita adesiva.
PROCESSO: Dividir o grupo em duplas e pedir que os pares fiquem de frente um para o outro.
Colar, nas costas de cada um, uma folha com uma palavra e cada um deverá procurar ler nas costas do companheiro a palavra secreta escrita, sem deixar que ele leia a sua antes.
A brincadeira termina quando todos souberem as palavras secretas de seus parceiros.
Importante: fazer tudo para ler a palavra do companheiro, mas também fazer tudo para esconder a sua palavra dos olhos dele.
NÚMEROS
Os participantes se encontram nomeio da sala, ou numa área ao ar livre, caminhando desordenadamente, batendo palmas ao mesmo tempo.Em dado momento, o animador dará ordem para parar formando simultaneamente subgrupos de duas, três ou cinco pessoas, devendo todos ficar atentos ao número indicado pelo animador.Os jogadores, ao escutar a ordem, formam os subgrupos solicitados , colocando as mãos por cima dos ombros dos colegas.As pessoas que sobrarem, que não conseguiram formar os subgrupos indicados, saem do jogo.Desfazem-se os subgrupos e recomeçam todos a caminhada, batendo palmas, até nova ordem dada pelo animador.
O SALTO DO CANGURU (bom para gincana)
MATERIAL: Duas bolas.
Organizam-se duas equipes, com número igual de participantes, e ambas se colocam por detrás de uma linha de partida, formando fila.
Todos os jogadores formam um túnel com as pernas bem abertas.O jogador que encabeça a fila de cada equipe, a um sinal dado, lança a bola pelo “túnel” até alcançar o último jogador, que a recolhe e prende por entre os joelhos, saltando procurando entregá-la para o segundo jogador da fila.Este segundo jogador da fila lança a bola novamente pelo “túnel”, e o jogo prossegue.Será vencedora a equipe que terminar por primeiro.
OS TRÍPEDES (Bom para Gincana)
Organizam-se subgrupos de três jogadores.
O jogador do meio se coloca na direção oposta de seus dois colegas, amarrando-se sua perna esquerda com a perna esquerda do colega da esquerda, e a direita. Com a perna direita, do colega da direita.
A um sinal dado pelo animador, os subgrupos de três procuram correr assim, até alcançar a linha de marcação, que fica a certa distância, voltando a seguir até a linha de partida. Quem chegar por último perde.
O Bom Samaritano - Lucas 10:25-37
Um doutor da lei testa Jesus
Uma das mais conhecidas parábolas de Jesus foi contada em resposta a um encontro que ele teve com um doutor da lei. Alguém que estudara completamente a lei de Deus e estava preparado para discutir seus pormenores.
O verso 25 diz que “um perito na lei levantou-se para pôr Jesus à prova” (NVI). Você, alguma vez, já viu um estudante testar um professor? Talvez você tenha sido o professor colocado à prova, ou quem sabe o estudante a conferir os conhecimentos do mestre.De qualquer modo, nessas ocasiões, quem faz a pergunta não a faz para aprender por meio da resposta (porque, normalmente, já sabe a resposta para tal questão), mas para colocar o professor em uma situação complicada; talvez até mesmo embaraçosa se a resposta não for dada rapidamente ou se, de alguma forma, for inexata.
Esta era a cena aqui. Era normal os doutores da lei, identificados na Nova Versão Internacional como “peritos na lei”, “levantou-se”, presumivelmente, para fazer um comentário ou oferecer alguma instrução útil aos que se achavam reunidos. Porém, não era o caso, neste encontro com Jesus. Na passagem, o “doutor na lei” queria uma desculpa para testá-lo.
Esta era a cena aqui. Era normal os doutores da lei, identificados na Nova Versão Internacional como “peritos na lei”, “levantou-se”, presumivelmente, para fazer um comentário ou oferecer alguma instrução útil aos que se achavam reunidos. Porém, não era o caso, neste encontro com Jesus. Na passagem, o “doutor na lei” queria uma desculpa para testá-lo.
O homem perguntou: “Mestre, o que preciso fazer para herdar a vida eterna?” (v.25, NVI). Usando a forma rabínica, Jesus respondeu com uma pergunta ou duas questões: “O que está escrito na Lei?”, “Como você a lê4?” (v.26, NVI). Quando o “perito na lei” respondeu citando Deuteronômio 6.5 e Levíticos 19.18, Cristo disse: “Você respondeu corretamente” e, então, citou Levíticos 18.5 e Ezequiel 20.11 para deixar claro aquilo de que o homem precisava: “Faça isto; viverá.” (vs. 27-28, NVI). Em outras palavras, não era suficiente recitar a lei de Deus, mas vivê-la de maneira a agradar a Deus! Para isso, a pessoa tem que colocar em ação o que a lei de Deus requer, sendo a essência desta o amor: amar a Deus de todo o coração, de toda a alma, com todas as forças e de todo o entendimento, e ao próximo como a si mesmo.
Nota 10, mais uma estrela de ouro!
Agora, se estivéssemos no lugar daquele homem, poderíamos ter deixado por isso mesmo. Afinal de contas, Jesus tinha dito, na frente de todos os presentes, que ele havia “respondido corretamente.” Receber um 10, porém, não era suficiente para o “doutor na lei”. Ao invés disso, queria receber algum crédito extra. Lembre: ele planejara “testar” Cristo, e realmente ainda não havia feito isso! Assim, “querendo justificar-se, perguntou a Jesus: ‘E quem é o meu próximo?’” (v. 29, NVI). Generosamente, até mesmo com compaixão, o Senhor Jesus contou-lhe uma parábola para ajudá-lo a entender o verdadeiro significado da lei do amor, considerando que “amar é uma disposição interna, não uma qualificação externa” (cf. Marshall, 442).
Uma história sobre compaixão
À medida que Jesus contava a história, os ouvintes puderam pintar vividamente a cena: “A estrada rochosa, tortuosa, de Jerusalém para Jericó, tem sido notória, por todos os séculos, como um lugar onde os ladrões, muito freqüentemente, atacam os viajantes” (Geldenhuys, 311). “Ela era uma descida íngreme por locais desolados. A distância era de, aproximadamente, vinte e seis quilômetros e a estrada descia um total de 1.040 metros. Era o tipo de caminho no qual os ladrões poderiam estar bem seguros. Jesus não disse que os salteadores da história roubaram o homem: isso seria subentendido. Ele concentrou-se no tratamento violento dispensado ao viajante. Eles deixaram-no quase morto” (Morris, 189).
Então, um a um, Cristo apresentou três homens; qualquer um deles poderia ter ajudado ao homem severamente ferido:
O primeiro homem que, “casualmente descia pelo mesmo caminho”, era um “certo sacerdote” (v.31, RC). Ele ficou diante de um dilema ético: o único meio de saber se realmente o homem ainda estava vivo, e precisando de ajuda, era se aproximar e tocá-lo, mas, se já estivesse morto e ele tocasse no falecido, ficaria ritualmente imundo. “Não apenas deixou de ajudar, como também foi para o outro lado da estrada. Ele evitou qualquer possibilidade de contato. Outros fatores podem ter pesado, como por exemplo, a possibilidade de os ladrões retornarem, a natureza dos negócios daquele homem moribundo, e assim por diante. Nós não temos conhecimento... Sabemos que o sacerdote deixou o homem onde ele estava, sem se importar com o sofrimento e com as necessidades dele” (Morris, 189).
O segundo homem a entrar em cena era “um levita” (v. 32). “O que aconteceu no caso do sacerdote se repetiu... Nos tempos do Novo Testamento, os levitas estavam em posição de inferioridade em relação aos sacerdotes; não obstante, formavam um grupo privilegiado pela sociedade judaica. Eram responsáveis pela liturgia no templo e por manter a ordem no culto… Pode-se presumir que os mesmos motivos do sacerdote, para não ajudar, estavam na mente do levita” (Marshall, 448-449).
O terceiro homem “era samaritano, estando de viagem” (v.33, NVI) e, quando viu o homem ferido, “moveu-se de íntima compaixão dele” (v.33,RC). Aquele sentimento de condolência levou-o a ajudar: ele foi até o homem machucado, enfaixou-lhe as feridas, derramando vinho e óleo. Depois, colocou-o sobre seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria na qual poderia se recuperar. Porque o viajante piedoso tinha que retomar sua jornada, deu ao hospedeiro o equivalente a duas diárias para que ele cuidasse do homem em sua ausência e prometeu pagar as despesas adicionais, se houvessem, quando retornasse de sua viagem.
Vivendo compassivamente
Jesus selecionou cuidadosamente os detalhes para a história contada. Primeiro o “sacerdote” e, depois, um “levita” passou pelo homem ferido. Os que ouviam estavam prontos para o herói ser introduzido e, provavelmente, presumiam que seria um judeu leigo, como uma última condenação dos líderes religiosos, o clero, que havia “passado para o outro lado da rua”. Para surpresa deles, o herói era “um samaritano”! Jesus tinha dado o papel de bom sujeito a um inimigo dos judeus, a uma pessoa cuja herança, há muito, repugnava-os.
Passados todos estes séculos, referimo-nos à história como “A parábola do Bom Samaritano”. Ao fazer isso, inconscientemente, estamos caindo no mesmo preconceito que era evidente na audiência de Jesus, porque estamos ‘afirmando’ que tal samaritano era diferente dos outros samaritanos pelo fato de que era “bom.” Talvez, como os judeus, nós também precisemos de uma lição sobre compaixão, começando por mencionar novamente a história. (Uma sugestão seria “A parábola do vizinho genuíno.”)
Nota 10, mais uma estrela de ouro!
Agora, se estivéssemos no lugar daquele homem, poderíamos ter deixado por isso mesmo. Afinal de contas, Jesus tinha dito, na frente de todos os presentes, que ele havia “respondido corretamente.” Receber um 10, porém, não era suficiente para o “doutor na lei”. Ao invés disso, queria receber algum crédito extra. Lembre: ele planejara “testar” Cristo, e realmente ainda não havia feito isso! Assim, “querendo justificar-se, perguntou a Jesus: ‘E quem é o meu próximo?’” (v. 29, NVI). Generosamente, até mesmo com compaixão, o Senhor Jesus contou-lhe uma parábola para ajudá-lo a entender o verdadeiro significado da lei do amor, considerando que “amar é uma disposição interna, não uma qualificação externa” (cf. Marshall, 442).
Uma história sobre compaixão
À medida que Jesus contava a história, os ouvintes puderam pintar vividamente a cena: “A estrada rochosa, tortuosa, de Jerusalém para Jericó, tem sido notória, por todos os séculos, como um lugar onde os ladrões, muito freqüentemente, atacam os viajantes” (Geldenhuys, 311). “Ela era uma descida íngreme por locais desolados. A distância era de, aproximadamente, vinte e seis quilômetros e a estrada descia um total de 1.040 metros. Era o tipo de caminho no qual os ladrões poderiam estar bem seguros. Jesus não disse que os salteadores da história roubaram o homem: isso seria subentendido. Ele concentrou-se no tratamento violento dispensado ao viajante. Eles deixaram-no quase morto” (Morris, 189).
Então, um a um, Cristo apresentou três homens; qualquer um deles poderia ter ajudado ao homem severamente ferido:
O primeiro homem que, “casualmente descia pelo mesmo caminho”, era um “certo sacerdote” (v.31, RC). Ele ficou diante de um dilema ético: o único meio de saber se realmente o homem ainda estava vivo, e precisando de ajuda, era se aproximar e tocá-lo, mas, se já estivesse morto e ele tocasse no falecido, ficaria ritualmente imundo. “Não apenas deixou de ajudar, como também foi para o outro lado da estrada. Ele evitou qualquer possibilidade de contato. Outros fatores podem ter pesado, como por exemplo, a possibilidade de os ladrões retornarem, a natureza dos negócios daquele homem moribundo, e assim por diante. Nós não temos conhecimento... Sabemos que o sacerdote deixou o homem onde ele estava, sem se importar com o sofrimento e com as necessidades dele” (Morris, 189).
O segundo homem a entrar em cena era “um levita” (v. 32). “O que aconteceu no caso do sacerdote se repetiu... Nos tempos do Novo Testamento, os levitas estavam em posição de inferioridade em relação aos sacerdotes; não obstante, formavam um grupo privilegiado pela sociedade judaica. Eram responsáveis pela liturgia no templo e por manter a ordem no culto… Pode-se presumir que os mesmos motivos do sacerdote, para não ajudar, estavam na mente do levita” (Marshall, 448-449).
O terceiro homem “era samaritano, estando de viagem” (v.33, NVI) e, quando viu o homem ferido, “moveu-se de íntima compaixão dele” (v.33,RC). Aquele sentimento de condolência levou-o a ajudar: ele foi até o homem machucado, enfaixou-lhe as feridas, derramando vinho e óleo. Depois, colocou-o sobre seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria na qual poderia se recuperar. Porque o viajante piedoso tinha que retomar sua jornada, deu ao hospedeiro o equivalente a duas diárias para que ele cuidasse do homem em sua ausência e prometeu pagar as despesas adicionais, se houvessem, quando retornasse de sua viagem.
Vivendo compassivamente
Jesus selecionou cuidadosamente os detalhes para a história contada. Primeiro o “sacerdote” e, depois, um “levita” passou pelo homem ferido. Os que ouviam estavam prontos para o herói ser introduzido e, provavelmente, presumiam que seria um judeu leigo, como uma última condenação dos líderes religiosos, o clero, que havia “passado para o outro lado da rua”. Para surpresa deles, o herói era “um samaritano”! Jesus tinha dado o papel de bom sujeito a um inimigo dos judeus, a uma pessoa cuja herança, há muito, repugnava-os.
Passados todos estes séculos, referimo-nos à história como “A parábola do Bom Samaritano”. Ao fazer isso, inconscientemente, estamos caindo no mesmo preconceito que era evidente na audiência de Jesus, porque estamos ‘afirmando’ que tal samaritano era diferente dos outros samaritanos pelo fato de que era “bom.” Talvez, como os judeus, nós também precisemos de uma lição sobre compaixão, começando por mencionar novamente a história. (Uma sugestão seria “A parábola do vizinho genuíno.”)
A narração de Jesus ensina que viver agora, e sempre, como povo de Deus, significa demonstrar compaixão, mesmo quando nos incomoda, mesmo quando isso faz nossa vida tornar-se “impura”, mesmo quando desafia nossa compreensão tradicional e, até mesmo, quando nos custa algo pessoalmente. Isso é o que Jesus está nos dizendo: “Vá e faça o mesmo” (v. 37, NVI).
Escrito por jeanne Yurke
Escrito por jeanne Yurke
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Provocadores de Milagres
"Eu, Eu sou o SENHOR, e fora de mim não há Salvador. 12 Eu anunciei, e Eu salvei, e Eu o fiz ouvir, e deus estranho não houve entre vós, pois vós sois as minhas testemunhas, diz o SENHOR; Eu sou Deus. 13 Ainda antes que houvesse dia, Eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; operando eu, quem o impedirá?" Isaías 43:11 a 13
INTRODUÇÃO
Esta mensagem irá provocar um milagre em sua vida. Mas antes eu quero convidá-los a abrirem vossos corações para serem impactados, e cheios de uma unção que vem do alto.
Esta mensagem mudou a minha vida, pois como pregador da palavra de D’us, muitas vezes sou colocado em situações de lutas, situações adversas, para que eu possa pregar a mensagem, pois um profeta tem que viver aquilo que prega. E depois que eu preguei esta mensagem a vida de muitas pessoas mudou, pois no dia que ministrei na igreja via as pessoas chorarem pelo poder da palavra, pois quem não quer um milagre em sua vida? Você quer?
Então deixe que esta palavra caia em seu coração e assim venha germinar dando uma forte e estrondosa árvore, para que seus frutos abasteça sua casa e aqueles que estão ao teu redor.
Esta mensagem mudou a minha vida, pois como pregador da palavra de D’us, muitas vezes sou colocado em situações de lutas, situações adversas, para que eu possa pregar a mensagem, pois um profeta tem que viver aquilo que prega. E depois que eu preguei esta mensagem a vida de muitas pessoas mudou, pois no dia que ministrei na igreja via as pessoas chorarem pelo poder da palavra, pois quem não quer um milagre em sua vida? Você quer?
Então deixe que esta palavra caia em seu coração e assim venha germinar dando uma forte e estrondosa árvore, para que seus frutos abasteça sua casa e aqueles que estão ao teu redor.
QUEM FOI O PROFETA ISAÍAS?
O profeta Isaías, teria vivido entre 740 aC e 681 aC durante os reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, sendo contemporâneo à destruição de Samaria, pela Assíria à resistência de Jerusalém o cerco das tropas de Senequeribe que sitiou a cidade com um exército de 185 mil assírios em 701 aC.
Isaías, cujo nome significa Iavé salva ou Iavé é salvalção exerceu o seu ministério no reino de Judá, tendo se casado com uma esposa conhecida como a profetisa que foi mãe de dois filhos: Sear-Jasube e Maer-Salal-Hás-Baz.
O capítulo 6 do livro informa sobre o chamado de Isaías para tornar-e profeta através de uma visão do trono de Deus no templo, acompanhado por serafins, em que um desses seres angelicais teria voado até ele trazendo brasas vivas do altar para purificar seus lábios a fim de purificá-lo de seu pecado. Então, depois disto, Isaías ouve uma voz de Deus determinando que levasse ao povo sua mensagem.
Focando em Jerusalém, a profecia de Isaías, em sua primeira metade, transmite mensagens de punição e juízo para os pecados de Israel, Judá e das nações vizinhas, tratando de alguns eventos ocorridos durante o reinado de Ezequias, o que se verifica até o final do capítulo 39.
A outra metade do livro (do capítulo 40 ao final) contém palavras de perdão, conforto e esperança. Ou seja, a primeira metade é a velha aliança, ou o Velho Testamento e já a segunda metade do livro é a Nova Alicança, o Novo Testamento.
Pode-se afirmar que Isaías é o profeta quem mais fala sobre a vinda do Messias, descrevendo-o ao mesmo tempo como um servo sofredor que morreria pelos pecados da humanidade e como um príncipe soberano que governará com justiça. Por isso, um dos capítulos mais marcantes do livro seria o de número 53 que menciona o martírio que aguardava o Messias:
De acordo com a tradição judaica, Isaías teria sido morto serrado ao meio na época do rei Manassés. Este é um pequeno relato sobre aquele o qual chamamos de o profeta maior, não que ele fosse maior do que os outros profetas da bíblia, mas pelo volume de profecias por ele ministradas.
Isaías, cujo nome significa Iavé salva ou Iavé é salvalção exerceu o seu ministério no reino de Judá, tendo se casado com uma esposa conhecida como a profetisa que foi mãe de dois filhos: Sear-Jasube e Maer-Salal-Hás-Baz.
O capítulo 6 do livro informa sobre o chamado de Isaías para tornar-e profeta através de uma visão do trono de Deus no templo, acompanhado por serafins, em que um desses seres angelicais teria voado até ele trazendo brasas vivas do altar para purificar seus lábios a fim de purificá-lo de seu pecado. Então, depois disto, Isaías ouve uma voz de Deus determinando que levasse ao povo sua mensagem.
Focando em Jerusalém, a profecia de Isaías, em sua primeira metade, transmite mensagens de punição e juízo para os pecados de Israel, Judá e das nações vizinhas, tratando de alguns eventos ocorridos durante o reinado de Ezequias, o que se verifica até o final do capítulo 39.
A outra metade do livro (do capítulo 40 ao final) contém palavras de perdão, conforto e esperança. Ou seja, a primeira metade é a velha aliança, ou o Velho Testamento e já a segunda metade do livro é a Nova Alicança, o Novo Testamento.
Pode-se afirmar que Isaías é o profeta quem mais fala sobre a vinda do Messias, descrevendo-o ao mesmo tempo como um servo sofredor que morreria pelos pecados da humanidade e como um príncipe soberano que governará com justiça. Por isso, um dos capítulos mais marcantes do livro seria o de número 53 que menciona o martírio que aguardava o Messias:
De acordo com a tradição judaica, Isaías teria sido morto serrado ao meio na época do rei Manassés. Este é um pequeno relato sobre aquele o qual chamamos de o profeta maior, não que ele fosse maior do que os outros profetas da bíblia, mas pelo volume de profecias por ele ministradas.
No texto acima escolhido como texto base para esta mensagem, Hashem nos fala que se Ele quizer fazer alguma coisa, quem poderá impedí-lo? Ninguém! Pois ainda antes que ouvesse dia e noite ele já era D’us. Por isso quero lhe dizer que algo acontecerá em sua vida depois que você ler esta mensagem.
O QUE É UM MILAGRE
Para que você possa melhor assimilar esta mensagem profética para sua vida, se faz necessário que primeiramente saiba o que é um milagre, pois muito falamos em milagre, mas nem mesmo sabemos definir tal palavra. Talvez por isso Deus dissesse a Moisés: “o meu povo sobre por falta de sabedoria”. Então veja.
A palavra milagre é muito empregada nas igrejas atuais, e é bem verdade que se trata de algo que todos desejamos. Até mesmo o ateu quer receber um milagre, então que se dirá de nós, os cristãos fiéis.
A palavra milagre é muito empregada nas igrejas atuais, e é bem verdade que se trata de algo que todos desejamos. Até mesmo o ateu quer receber um milagre, então que se dirá de nós, os cristãos fiéis.
Milagre:
Ato fora do comum;Ação inexplicável;
Ato extraordinário;
Ato sobre natural.
O milagre não se explica, pois não se pode fazer. O milagre é sempre positivo, e seus efeitos alegram a alma. Um milagre sempre chega na hora que mais se precisa dele. É meu dever também dizer que o milagre não conserva uma pessoa na presença de D’us, senão o povo Hebreu ao sair do Egito jamais teria murmurado e assim vagado no deserto, mas uma coisa é certo, MILAGRE É BOM DEMAIS!!!!!!!
Talvez agora você queira ser um provocador de milagres. Mas creio que nessa altura da mensagem você esteja ansioso por saber como ser um provocador de milagre. Então assim como Jeová falou comigo, eu falarei contigo.
São apenas 5 passos que mudarão sua vida. Depois você me manda um e-mail contando seu testemunho.
Talvez agora você queira ser um provocador de milagres. Mas creio que nessa altura da mensagem você esteja ansioso por saber como ser um provocador de milagre. Então assim como Jeová falou comigo, eu falarei contigo.
São apenas 5 passos que mudarão sua vida. Depois você me manda um e-mail contando seu testemunho.
PRIMEIRO PASSO
OBEDEÇA A PALAVRA DE DEUS CUSTE O QUE CUSTAR
Livro do profeta Daniel 3: 1 a 30 Neste contexto vemos três jovens determinados a provocarem um milagre, pois foi lhes informado que todos deveriam se curvar diante da estátua do rei Nabucodonosor, e aquele que não procedesse assim, seriam jogados na fornalha de fogo ardente. Mas a resposta daqueles jovens foi uma resposta determinada e justa. Escute isso:
“Ó rei Nabucodonosor, se o nosso D’us vai nos livrar da fornalha nós não sabemos, mas de uma coisa temos certeza, nós não vamos nos curvar diante dessa estátua”.
Bom. Eles poderiam se curvar, e naquele momento fazer uma oração ao D’us de Israel, e com certeza estaria tudo certo. Mas aqueles que querem provocar milagres vão mais além. O resto da história você já sabe. Eles foram jogados em uma fornalha e saíram de lá ilesos, sem nem terem cheiro de fumaça em seus corpos. Assim o rei decretou que a partir daquele momento todos somente reconhecessem o D’us de Sadraque, Mesaque e Abedenego, como o D’us verdadeiro.
Faça como estes jovens. Ainda que te afrontem, ainda que queiram te jogar no fogo, ainda que esteja em meio a uma fornalha, obedeçam às leis do Altíssimo. Eles se lembraram do primeiro dos dez mandamentos dado a Moisés.
“Ó rei Nabucodonosor, se o nosso D’us vai nos livrar da fornalha nós não sabemos, mas de uma coisa temos certeza, nós não vamos nos curvar diante dessa estátua”.
Bom. Eles poderiam se curvar, e naquele momento fazer uma oração ao D’us de Israel, e com certeza estaria tudo certo. Mas aqueles que querem provocar milagres vão mais além. O resto da história você já sabe. Eles foram jogados em uma fornalha e saíram de lá ilesos, sem nem terem cheiro de fumaça em seus corpos. Assim o rei decretou que a partir daquele momento todos somente reconhecessem o D’us de Sadraque, Mesaque e Abedenego, como o D’us verdadeiro.
Faça como estes jovens. Ainda que te afrontem, ainda que queiram te jogar no fogo, ainda que esteja em meio a uma fornalha, obedeçam às leis do Altíssimo. Eles se lembraram do primeiro dos dez mandamentos dado a Moisés.
SEGUNDO PASSO
JOGUE SE AOS PÉS DO SENHOR
Livro de II Reis 4:1 a 37 Aqui lemos sobre uma provocadora de milagres. Esta mulher não tem seu nome relatado na bíblia, mas a conhecemos pela mulher Sunamita, pois ela era de Suném. Diz a palavra que esta mulher era justa, temente a D’us, e tinha um olhar clinico, pois ao ver o profeta Elizeu, logo disse a seu marido que ele era um santo homem de Deus. Após tratar do profeta, ela recebe uma promessa de que teria um filho em seus braços.
Essa mulher é uma verdadeira provocadora de milagres, pois para receber a promessa ela provocou o milagre cuidando do profeta, depois para receber o filho que tanto sonhava, teve que insistir contra a esterilidade, não sei se dela ou do marido, pois Elizeu diz a ela que dentro de um ano ela teria um filho nos braços. Mas bem sabemos que a gestação é de nove meses, então ela levou três meses lutando contra as impossibilidades.
Ao nascer a criança chega a felicidade, mas quando o menino tinha sete anos, ele morre, então a Sunamita o tranca no quarto do profeta e vai ao monte carmelo. Você tem ido ao monte Carmelo?
Ao encontrar com Geazi, ela disse que estava tudo bem. Ela teria mentido? Claro que não, pois o problema dela não era com Geazi, mas com Elizeu. E chegando a Elizeu ela se joga aos pés do profeta e chora. O resto você já sabe. Elizeu vai e ressuscita o pequeno profeta Jonas. D’us tem promessas em sal vida, mas será que você pode provocar o seu milagre neste dia. Jogue-se aos pés do senhor e fique ali, se chorar, saiba que Ele recolherá suas lágrimas.
Essa mulher é uma verdadeira provocadora de milagres, pois para receber a promessa ela provocou o milagre cuidando do profeta, depois para receber o filho que tanto sonhava, teve que insistir contra a esterilidade, não sei se dela ou do marido, pois Elizeu diz a ela que dentro de um ano ela teria um filho nos braços. Mas bem sabemos que a gestação é de nove meses, então ela levou três meses lutando contra as impossibilidades.
Ao nascer a criança chega a felicidade, mas quando o menino tinha sete anos, ele morre, então a Sunamita o tranca no quarto do profeta e vai ao monte carmelo. Você tem ido ao monte Carmelo?
Ao encontrar com Geazi, ela disse que estava tudo bem. Ela teria mentido? Claro que não, pois o problema dela não era com Geazi, mas com Elizeu. E chegando a Elizeu ela se joga aos pés do profeta e chora. O resto você já sabe. Elizeu vai e ressuscita o pequeno profeta Jonas. D’us tem promessas em sal vida, mas será que você pode provocar o seu milagre neste dia. Jogue-se aos pés do senhor e fique ali, se chorar, saiba que Ele recolherá suas lágrimas.
TERCERIO PASSO
LOUVE AO SENHOR EM TODO TEMPO
Livro de Atos dos Apóstolos 16:25 Perto da meia noite, Paulo e Silas cantavam e oravam ao Senhor, e então sobreveio um grande terremoto. Isso é que é provocar um grande milagre.
Muitas pessoas estão hoje presas no vicio, no pecado, nas enfermidades, e mesmo no sofrimento não louvam a D’us. Imagine que Paulo e Silas, haviam sido agredidos em praça pública e jogados em um calabouço, que era uma prisão subterrânea, sem ventilação e sem iluminação, e eu perguntei a D’us por nessa hora eles não procuraram dormir e descansar das surras. E então D’us me disse que ambos não dormiram, pois a dor que estavam sentindo era muito grande, seus corpos estavam feridos. Foi então que como servos de D’us decidiram louvar ao Senhor. E em decorrência a esta ação foi que aconteceu um estrondoso terremoto que culminou na entrega da vida a Jesus, do carcereiro e sua família.
Meus amados irmãos. Está na hora de nos tornarmos provocadores de milagres, pois tudo aquilo que provocarmos com nossos atos e nossa fé serão para honra e glória de nosso Senhor Jesus Cristo.
Paulo e Silas fizeram a parte deles em provocarem seus milagres e deixaram o ensinamento para nós. Levantemos e provoquemos nossos milagres.
Muitas pessoas estão hoje presas no vicio, no pecado, nas enfermidades, e mesmo no sofrimento não louvam a D’us. Imagine que Paulo e Silas, haviam sido agredidos em praça pública e jogados em um calabouço, que era uma prisão subterrânea, sem ventilação e sem iluminação, e eu perguntei a D’us por nessa hora eles não procuraram dormir e descansar das surras. E então D’us me disse que ambos não dormiram, pois a dor que estavam sentindo era muito grande, seus corpos estavam feridos. Foi então que como servos de D’us decidiram louvar ao Senhor. E em decorrência a esta ação foi que aconteceu um estrondoso terremoto que culminou na entrega da vida a Jesus, do carcereiro e sua família.
Meus amados irmãos. Está na hora de nos tornarmos provocadores de milagres, pois tudo aquilo que provocarmos com nossos atos e nossa fé serão para honra e glória de nosso Senhor Jesus Cristo.
Paulo e Silas fizeram a parte deles em provocarem seus milagres e deixaram o ensinamento para nós. Levantemos e provoquemos nossos milagres.
QUARTO PASSO
MOVA-SE, FAÇA ALGO, LEVANTE-SE.
Evangelho de Mateus 09:20 e21 Havia uma mulher que a dose anos sofria de uma hemorragia, havendo gastado tudo quanto tinha, porém sem proveito algum, e ela disse, se tão somente eu tocar nas vestes de Jesus, eu serei curada. Queridos e amados irmãos. Aquela mulher nem conhecia a Jesus. Veja.
Quando aquela mulher tinha cerca de treze anos, ela recebe sua primeira menstruação, e como mandava a lei, ela foi para o arraial das impuras (Levítico-15) e lá ficaria até que se passasse o fluxo de sangue, porém com ela foi diferente, seu fluxo nunca terminou e pior, ela foi se definhando e enfraquecendo.
Quando ela entra no arraial das impuras, ela tinha cerca de treze anos e Jesus tinha dezenove anos, doze anos se passa, o ministério do mestre começa, e lá dentro ela só ouve as noticias dos milagres que Ele fazia. Certo dia ela fica sabendo que o mestre passaria por ali. Então ela entra no meio da história de Jairo, parecendo que sua atitude ira estragar o pedido de Jairo, mas Jesus tem milagres para todos. E fugindo do arraial, ela tem que se disfarçar para que ninguém a conhecesse, e pesando cerca de 37 kg, ela enfrenta uma multidão de 30.000 (trinta mil) pessoas, para tocar em Jesus. Pois em seu coração ela dizia: “eu preciso provocar um milagre em minha vida agora”.
Por isso mova-se, levante-se, faça alguma coisa, enfrente a multidão mas não fique parado, Jesus não quer te ver assim.
Quando aquela mulher tinha cerca de treze anos, ela recebe sua primeira menstruação, e como mandava a lei, ela foi para o arraial das impuras (Levítico-15) e lá ficaria até que se passasse o fluxo de sangue, porém com ela foi diferente, seu fluxo nunca terminou e pior, ela foi se definhando e enfraquecendo.
Quando ela entra no arraial das impuras, ela tinha cerca de treze anos e Jesus tinha dezenove anos, doze anos se passa, o ministério do mestre começa, e lá dentro ela só ouve as noticias dos milagres que Ele fazia. Certo dia ela fica sabendo que o mestre passaria por ali. Então ela entra no meio da história de Jairo, parecendo que sua atitude ira estragar o pedido de Jairo, mas Jesus tem milagres para todos. E fugindo do arraial, ela tem que se disfarçar para que ninguém a conhecesse, e pesando cerca de 37 kg, ela enfrenta uma multidão de 30.000 (trinta mil) pessoas, para tocar em Jesus. Pois em seu coração ela dizia: “eu preciso provocar um milagre em minha vida agora”.
Por isso mova-se, levante-se, faça alguma coisa, enfrente a multidão mas não fique parado, Jesus não quer te ver assim.
QUINTO PASSO
NÃO FIQUE CALADO. ABRA A SUA BOCA.
Evangelho de Marcos 10:46 Aqui lemos à história de mais um anônimo, pois preste atenção, a palavra hebraica para filho é BAR, e a bíblia relata que ele era bar-timeu, filho de Timeu, então logo Bartimeu não era seu nome, mas a sua referência. Quantos anônimos estão lendo esta mensagem agora, e precisando de um milagre. Segundo a bíblia, o filho de Timeu era mendigo e cego (não sei o que é pior) e vivia na entrada da cidade de Jericó. Agora veja. Jericó foi amaldiçoada por D’us, agora um homem abandonado por sua família, cego não podia trabalhar, mendigo vivendo de esmolas, na porta de um lugar amaldiçoado.
Muitas pessoas nesta nossa época estão semelhantes ao filho de Timeu, e precisam de um milagre em suas vidas miseráveis, digo: miseráveis não só na questão financeiras, mas miseráveis em áreas profissionais; sentimentais; emocionais; afetivas; ministeriais. Chega de viver de esmolas, vamos provar milagres. O filho de Timeu, ao saber que Jesus passava por ali, começou a gritar: “JESUS, FILHO DE DAVI. TEM MISERICÓRIDA DE MIM!” Isso nos mostra o reconhecimento da realeza de Jesus e todo seu poderio como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Então abra sua boca e comece a gritar por Jesus, e não pare, ainda que queiram te calar como foi com o filho de Timeu, não pare de clamar a Jesus, grite cada vez mais alto, reconheça a realeza e o poderio de Jesus em sua vida. Seja um verdadeiro provocador de milagres por onde quer que passe.
Muitas pessoas nesta nossa época estão semelhantes ao filho de Timeu, e precisam de um milagre em suas vidas miseráveis, digo: miseráveis não só na questão financeiras, mas miseráveis em áreas profissionais; sentimentais; emocionais; afetivas; ministeriais. Chega de viver de esmolas, vamos provar milagres. O filho de Timeu, ao saber que Jesus passava por ali, começou a gritar: “JESUS, FILHO DE DAVI. TEM MISERICÓRIDA DE MIM!” Isso nos mostra o reconhecimento da realeza de Jesus e todo seu poderio como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Então abra sua boca e comece a gritar por Jesus, e não pare, ainda que queiram te calar como foi com o filho de Timeu, não pare de clamar a Jesus, grite cada vez mais alto, reconheça a realeza e o poderio de Jesus em sua vida. Seja um verdadeiro provocador de milagres por onde quer que passe.
CONCLUSÃO
Provocadores de milagres; é o que D’us nos chamou para sermos, por isso comece agora a fazer a diferença dentro de sua igreja, de sua família, de sua comunidade, de seu local de trabalho, e que D’us te abençoe rica e poderosamente. Seja UM PROVOCADOR DE MILAGRES, agora!!!!!!!
Autor: Pr. Alexandre Augusto
Assinar:
Postagens (Atom)