quinta-feira, 26 de maio de 2011

A MULHER DE SAMARIA


JO 4: 1– 30

Introdução

No evangelho de João, no cap. referenciado acima, encontramos uma passagem que nos fala de quando o Senhor Jesus exercia o seu ministério, como homem aqui nesta terra, e, indo ELE uma certa feita da Judéia para a Galiléia, passa pela cidade de Sicar, província de Samaria, e, por estar muito cansado, assentou-se junto à um poço, o “poço de Jacó “ . Enquanto Jesus estava ali, aparece uma mulher, moradora de Samaria, para tirar água, e, então Jesus diz a ela: Dá-me de beber “.

1 – Poço de Jacó ( tradição – lei – Espírito Santo dado sob medida)

O poço de Jacó aparece na história do povo de Israel na época de Abraão, e, segundo à Bíblia, este poço foi cavado por ele mesmo (Gen. 21: 25 – 30).

Encontramos registro na Palavra de Deus, de que inúmeros servos do passado (que viveram no velho testamento), tiveram experiências com o Senhor junto a esse poço. Vejamos:

Isaque - Gen. 25: 11 – O crescimento de Isaque, filho de Abraão foi junto a este poço.

Isaque – Gen. 24: 11 ao 20 e Gen. 24: 42 ao 46 – Quando o servo de Abraão, vai buscar mulher para Isaque e encontra Rebeca.

Hagar – Gen. 16: 7 e 14 – Quando Sara, esposa de Abraão, sentindo-se humilhada, resolve banir com a presença de Hagar, sua serva, de sua casa.

Hagar – Gen. 21: 14 ao 20 – Quando Hagar é despedida da casa de Abraão, levando seu filho Ismael, pelo deserto de Berseba, e ela clama ao Senhor pelo menino.

Jacó – Gen. 29: 1 ao 3 – Jacó chega ao poço de Harã (quando Isaque pai de Jacó) manda-o buscar mulher para si em Padã Arã. (Gen. 28)

Entendemos que este poço foi para Israel, o recurso, a provisão de Deus , durante as jornadas pelo deserto (caminhada para a Canaã), saciando assim a sede dos judeus. Aprendemos também, que este poço foi também uma figura, uma alegoria nesta época, para mostrar Aquele que mais tarde seria não um poço, mas a fonte de água viva que nos daria a vida eterna. (Jo. 7: 38-39, Apc. 21:6).

Para a igreja, Jesus é a provisão de Deus, “ É mais que o poço de Jacó “ que supre nossas necessidades enquanto atravessamos este grande deserto (o mundo) em busca da Canaan celestial (arrebatamento) e, através da sua Palavra, e do seu Santo Espírito, saciamos a nossa sede espiritual, pois Jesus nos dá a verdadeira vida, vida eterna.

2 – Judeus e samaritanos não se comunicavam. Por quê ?

Antes mesmo da morte de Salomão, estava profetizado pelo Senhor que as 12 tribos de Israel dividiriam-se, indo as 10 tribos revoltadas para o Norte sob o comando de Jeroboão, servo de Salomão e 2 tribos para o Sul sob o comando de Roboão, filho de Salomão (I Reis 11: 29 – 32). Marcado pela desobediência e idolatria o povo de Israel muito sofreu pois teve seus termos invadidos sucessivamente, até ser totalmente tomados pelos sírios. Depois de tomada, Samaria tornou-se em completa desolação, teve seus habitantes levados cativos para a Assíria, sendo depois

repovoados, em parte, os territórios dos israelitas, por estrangeiros. Estes e os israelitas que tinham

ficado na terra de Israel , uniram-se por casamentos, tomando mais tarde o nome de samaritanos. Os judeus não tinham estima pelos samaritanos, porque não aceitavam o fato deles terem se misturado com pagãos e servido aos seus deuses, enquanto eles passavam toda sorte de sofrimento, no cativeiro.

3 – JESUS, a Nova Aliança (v. 9) (Hb. 12:24)

3.1 – Jesus revelado (v. 10, 26)

3.2 – Jesus fonte da água viva (v. 10)

3.3 – Verdadeira adoração – em comunhão (v. 23, 24)

3.4 – testemunho (v. 29)



terça-feira, 24 de maio de 2011

Águia ou Galinha, o que você é?

Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo cativo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros.

Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista: - Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia.

-De fato - disse o camponês. É águia, mas eu criei como galinha. Ela não é mais uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extenção.

- Não - retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.

- Não, não - insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como uma águia.

Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse: - já que de fato você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra as suas asas e voe!

A águia pousou sobre o braço entendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá em baixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.

O camponês comentou: - Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!

- Não - tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.

No dia seguinte o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurou-lhe: Águia, já que você é uma águia, abra as suas asas e voe!

Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi junto delas.

O camponês sorriu e voltou à carga: - Eu lhe havia dito, ela virou galinha!

- Não - respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.

No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas.

O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe: Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!

A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.

Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico Kau-kau das águias e ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E comessou a voar para o alto, voar cada vez mais alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...

E terminou conclamando:

"Irmãos e irmãs! Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus! Mas houve pessoas que nos fizeram pensar como galinhas. E muitos de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas. Mas nós somos águias. Por isso, abramos as asas e voemos. Voemos como águias. Jamais nos contentaremos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar"

quarta-feira, 18 de maio de 2011

O Leão dentro das pessoas

Hoje ao abrir meu e-mail, me deparei com esta linda mensagem..
e gostaria de compartilhar com vcs agora. ...


Em vez de matar um leão por dia, aprenda a amar o seu.
JONAS

Outro dia, tive o privilégio de fazer algo que adoro: fui almoçar com um
amigo, hoje chegando perto de seus 70 anos. Gosto disso. São raras as
chances que temos de escutar suas histórias e absorver um pouco de sabedoria
das pessoas que já passaram por grandes experiências nesta vida.
Depois de uma almoço longo, no qual falamos bem pouco de negócios mas muito
sobre a vida, ele me perguntou sobre meus negócios. Contei um pouco do que
estava fazendo e, meio sem querer, disse a ele: "Pois é. Empresário, hoje,
tem de matar um leão por dia".

Sua resposta, rápida e afiada, foi: "Não mate seu leão. Você deveria mesmo
era cuidar dele".

Fiquei surpreso com a resposta e ele provavelmente deve ter notado minha
supresa, pois me disse: "Deixe-me lhe contar uma história que quero
compartilhar com você". Segue mais ou menos o que consegui lembrar da
conversa:

"Pierre, existe um ditado popular antigo que diz que temos de "matar um leão
por dia". E por muitos anos, eu acreditei nisso, e acordava todos os dias
querendo encontrar o tal leão. A vida foi passando e muitas vezes me vi
repetindo essa frase.

Quando cheguei aos 50 anos, meus negócios já tinham crescido e precisava
trabalhar um pouco menos, mas sempre me lembrava do tal leão. Afinal, quem
não se preocupa quando tem de matar um deles por dia?

Pois bem. Cheguei aos meus 60 e decidi que era hora de meus filhos começarem
a tocar a firma. Mas qual não foi minha surpresa ao ver que nenhum dos três
estava preparado!
A cada desafio que enfrentavam, parecia que iam desmoronar
emocionalmente. Para minha tristeza, tive de voltar à frente dos negócios,
até conseguir contratar o Paulo, que hoje é nosso diretor geral.

Este "fracasso" me fez pensar muito. O que fiz de errado no meu plano de
sucessão? Hoje, do alto dos meus quase 70 anos, eu tenho uma suspeita: a
culpa foi do leão". Novamente, eu fiz cara de surpreso. O que o leão tinha a
ver com a história?

Ele, olhando para o horizonte, como que tentando buscar um passado distante,
me disse: "É. Pode ser que a culpa não seja cem por cento do leão, mas fica
mais fácil justificar dessa forma. Porque, desde quando meus filhos eram
pequenos, dei tudo para eles. Uma educação excelente, oportunidade de morar
no exterior, estágio em empresas de amigos. Mas, ao dar tudo a eles, esqueci
de dar um leão para cada, que era o mais importante.

Meu jovem, aprendi que somos o resultado de nossos desafios. Com grandes
desafios, nos tornamos grandes. Com pequenos desafios, nos tornamos
pequenos.
Aprendi que, quanto mais bravo o leão, mais gratos temos de ser.

Por isso, aprendi a não só respeitar o leão, mas a admirá-lo e a gostar
dele. Que a metáfora é importante, mas errônea: não devemos matar um leão
por dia, mas sim cuidar do nosso. Porque o dia em que o leão, em nossas
vidas morre, começamos a morrer junto com ele.."

Depois daquele dia, decidi aprender a amar o meu leão. E o que eram desafios
se tornaram oportunidades. Para crescer, ser mais forte, e "me virar" nesta
selva em que vivemos.
.

Atividade sobre Rute

atividade 2

Exercício sobre Rute

atividade 1

Rute

No tempo em que Israel era governado por juízes, houve uma grande fome naquele país. Por isso um homem de Belém, da região de Judá, chamado Elimeleque foi com a sua mulher, Noemi, e os seus dois filhos Malom e Quiliom, morar num país chamado Moabe. Algum tempo depois, Elimeleque morreu, e Noemi ficou com os dois filhos, que casaram com moças moabitas. O nome de uma delas era Orfa, e o da outra, Rute. Tempo depois, Malom e Quiliom também morreram. E Noemi ficou só, sem os filhos e sem o marido. Então ela se aprontou para sair de Moabe e disse às noras: — Voltem para casa e fiquem com as suas mães. Aí elas começaram a chorar alto. Então Orfa se despediu da sua sogra com um beijo e voltou para o seu povo. Mas Rute ficou e disse: — Não me proíba de ir com a senhora, nem me peça para abandoná-la! Onde a senhora for, eu irei; e onde morar, eu também morarei. O seu povo será o meu povo, e o seu Deus será o meu Deus. Então elas foram para Belém. Em Belém , a colheita de cevada (tipo de grão usado para fazer pão) estava começando. Noemi tinha um parente chamado Boaz, que era um homem rico e muito importante. Ele era da família de Elimeleque, o marido de Noemi. Um dia Rute disse a Noemi: — Deixe que eu vá até as plantações para catar as espigas que ficam caídas no chão. Talvez algum trabalhador me deixe ir atrás dele, catando as espigas que forem caindo. (Porque naqueles tempos, conforme o mandamento de Deus, quando um fazendeiro colhia no seu campo, ele tinha que deixar os grãos que caiam para as pessoas pobres pegarem). — Vá, minha filha! — respondeu Noemi. Então Rute foi ao campo e andava atrás dos trabalhadores, catando as espigas que caíam. E por acaso ela entrou numa plantação que era de Boaz, um parente de Elimeleque. Aí Boaz perguntou ao chefe dos trabalhadores: — Quem é aquela moça ali? Ele respondeu: — É a moabita que veio de Moabe com Noemi. Boaz mandou chamá-la. Aí Rute ajoelhou-se, encostou o rosto no chão e disse: — Por que é que o senhor reparou em mim que sou estrangeira? Boaz respondeu: Que o SENHOR a abençoe, minha filha. Eu sei que você deixou o seu pai, a sua mãe e a sua pátria e veio viver entre gente que não conhecia. Que o SENHOR a recompense por tudo o que você fez pela sua sogra. Depois de um tempo, Boaz casou-se com Rute, e tiveram um filho chamado Obede. Quando ele cresceu teve um filho chamada Jessé. O filho de Jesse foi Davi. O bisneto de Rute tornou-se rei de Israel, o rei Davi!!
6- Aplicação: Rute foi uma pessoa muito amável, bondosa e leal. Ela era uma moabita e decidiu acompanhar a sua sogra para viver com o povo judeu. Ela não tinha nenhuma responsabilidade sobre a sua sogra, mas ela não abandonou Noemi. E por sua atitude altruísta (pessoa que se preocupa em cuidar das outras pessoas) ela foi grandemente abençoada por Deus: casou-se com um homem muito bom que cuidou dela e de Noemi, e faz parte da genealogia de Jesus (Mt 1:5-16).
7- Atividade: Peça para cada criança desenhar o contorno da sua mão numa folha e responder a pergunta: “Eu gosto de amigos que … (sorriem, me dão atenção, me abraçam, me ajuda na lição, etc). A resposta que a criança der, ela escreve na palma da mão que ela desenhou. Líder explique a elas que aquilo que elas querem que os seus amigos façam, ela deve fazer também para eles. Aproveite este momento para orar junto com elas, para que Deus abençoe a sua escola derramando bondade no corações dos alunos para que tratem bem uns aos outros. Com certeza elas vão querer contar todas as coisas ruins que têm presenciado lá, mas diga a elas que toda essa maldade que tem acontecido nas escolas, pode acabar, se elas orarem todos os dias, e jejuarem. Líder, leve-as a profetizar a paz, a bondade e o amor de Deus para as suas escolas! Separe um tempo nas células, todas as semanas, para orarem especificamente por isso! Ensine-as a orar com autoridade, e o Senhor dará vitória!!
8- Comunhão / Encerramento

ESTUDO RETIRADO DO BLOG DA PASTORA MIRIAN GALLI DA IGREJA ÁGUA