Lucas 10.30-35
Antes de tecermos algum comentário sobre esta belíssima parábola do Bom Samaritano, convêm explicarmos o que significa uma parábola. Parábola é uma narrativa, imaginaria ou verdadeira que se apresenta com o fim de ensinar uma verdade.
Difere do provérbio neste ponto: não é a sua apresentação tão concentrada como a daquele, contém mais pormenores, exigindo menor esforço mental para se compreender.
E difere também da alegoria, porque esta personifica atributos e as próprias qualidades, ao passo que a parábola nos faz ver as pessoas na sua maneira de proceder, e, de viver.
Também difere da fábula, visto como aquela se limita ao que é humano e possível. O emprego contínuo que Jesus fez das parábolas está em perfeita concordância com o método de ensino ministrado ao povo no templo e na sinagoga. Os escribas e os doutores da Lei faziam grande uso das parábolas e da linguagem figurada, para ilustração das suas homilias. A parábola tantas vezes aproveitada por Jesus, no Seu ministério (Mc 4.34), servia para esclarecer os Seus ensinamentos, referindo-se à vida comum e aos interesses humanos, para patentear a natureza do Seu reino, e para experimentar a disposição dos Seus ouvintes (Mt 21.45; Lc 20.19). As parábolas do Salvador diferem muito umas das outras. Algumas são breves e mais difíceis de compreender. Algumas ensinam uma simples lição moral, outras uma profunda verdade espiritual, como esta que será motivo de nosso estudo.
O homem que descia de Jerusalém representa qualquer um de nós que, freqüentamos uma igreja confortavelmente acomodada em nossa religiosidade, afazeres e obras levando-nos a uma vida sonolenta e tediosa. Esta situação cômoda, muitas vezes abre oportunidades para desejos fora das linhas espirituais. Aquele homem por certo tinha todas as mordomias que uma igreja contemporânea, mas em sua caminhada de sonolência espiritual, ouvindo falar das delicias, luzes, cores e perfumes do mundo, resolveu deixar tudo, como fez o “filho pródigo”, saindo de Jerusalém* – que na época, como Atenas era o centro intelectual – foi tentar fazer um passeio fora da segurança e proteção de Jerusalém que representava a centro religioso, onde se encontrava o templo, lugar de adoração, louvor e gratidão ao Deus de Abrão, Isaque e Jacó, indo para Jericó – “Lugar de Fragrâncias”, dos perfumes dos sonhos e ilusões, chamada também de “Cidade das Palmeiras”. No tempo de Jesus era a segunda maior cidade da Judéia. Ali Jesus curou o cego Bartimeu. Lá em Jericó se encontrava o Palácio de inverno, um hipódromo e uma fortaleza todos construídos por Herodes o Grande! Era, portanto uma bela cidade cheia de atrativos.
Até Jericó havia dois caminhos, um era mais longo, mas era seguro, o outro era mais curto, mas perigoso denominado “caminho sangrento”, devido ao grande número de crimes horrendos! Tinha 27 km de extensão, uma descida íngreme de 1040 metros, desolada e muito perigosa infestada de assaltantes que não tinham respeito pela vida humana. Foi por este caminho que nosso personagem resolver visitar Jericó, que não contava com os salteadores que de modo cruel:
- O despojaram (significa, Roubar ou saquear como ato de guerra. O substantivo despojos refere-se aos objetos pilhados dessa forma).
- espancaram (significa bater com força em todos os partes do corpo).
- Se retiraram (significa foram embora como se aquilo fosse coisa natural ou de pequeno significado para eles).
- Deixando “meio morto”, para eles nada mais importava, já tinham alcançado seu objetivo.
Por aquela mesma estrada aparecem duas figuras de grande importância para a época, o Sacerdote e o Levita. Ambos representavam os homens comissionados por Deus para estender as mãos aos necessitados com altruísmo que seria sua marca registrada, mas foram egoístas e fugiram da responsabilidade, talvez por medo de serem também assaltados!
Ai aparece o personagem mais importante desta parábola o Samaritano, que ia de viagem, tinha um destino e um compromisso por certo não podia parar, não podia perder tempo porque “ia de viagem”, mas, vendo aquela cena, um homem caído, ensangüentado, sujo, ferido por todo o corpo, à primeira vista morto, não haveria mais nada a fazer, e, o Samaritano descendo de seu jumento:
- Chegou ao pé dele
- Vendo-o
- Moveu-se de íntima compaixão
- Aproximando-se
- Atou-lhe as feridas
- Deitando-lhe, azeite e vinho,
- Pos sobre sua cavalgadura
- Levou-o para a estalagem
- E cuidou dele
- Antes de partir
- Tirou dois dinheiros
- Deu-os ao hospedeiro
- Disse-lhe: cuida dele
- E tudo o que gastares te pagarei quando voltar!
Em resumo aquele homem que não estava comissionado a fazer tal serviço – como o sacerdote e o levita – mas, deixando seus afazeres tomou as providencias necessárias porque sabia que aquele homem ainda vivia e precisava de socorro, então:
1- Curou as feridas;
2- Usou o que de melhor Ele tinha – azeite e vinho – símbolos do Espírito Santo e do Sangue Purificador de Jesus;
3- Deu a ele o melhor meio de transporte – a sua própria condução
4- Levou-o para um abrigo seguro – a estalagem – figura da igreja!
5- Cuidou dele enquanto na UTI espiritual
6- Não o abandonou, mas deixou pago o suficiente para se recuperar – 2 dinheiros ou denários eram suficiente para 32 dias de hospedagem naquele hotel cinco estrêlas
7- Passou então a responsabilidade para àquele que acabara de dar “dois dinheiros” - ou talentos – para que continuasse a cuidar com zelo daquela alma preciosa
8- E prometeu tudo o mais que você gastar investir nesta vida preciosa eu te pagarei quando voltar!
Fica a questão para meditarmos:
1- Temos permanecido em nosso lugar – Jerusalém – (a igreja) ou temos sido instáveis ao ponto de desejar ir até Jericó – o mundo com suas ilusões?
2- Resolvemos ir até Jericó e fomos interceptados por Satanás que nos despojou de nossos melhores dons e talentos?
3- Estamos meio mortos?
4- Fomos rejeitados pela liderança?
Ou:
1- Temos recebido a atenção do Bom Samaritano e dado o devido valor a isso?
2- Ele curou nossas feridas e temos sido gratos por isso?
3- Temos dado graças pelo melhor lugar que Ele idealizou para nos proteger e nos manter restaurado?
4- Temos crido em suas promessas que Ele voltará?
Que o Senhor tenha misericórdia de nós quer sejamos líderes espirituais ou ovelhas do seu redil.
Autor: Pastor Ademar Silveira Lara
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terça-feira, 12 de outubro de 2010
Acredite, Você é Normal- Isaías 49.1-4
Este texto traz dois momentos na vida do profeta Isaías. Nos três primeiros versículos há uma atitude vibrante. Há um profundo entendimento do que Deus fez. Não havia dúvidas no seu coração. Isaías estava convicto do propósito de Deus para a sua vida. Ele estava bastante entusiasmado nos três primeiros versículos. Havia uma solidez. Ele estava dizendo que Deus fez a sua boca como uma espada aguda e uma flecha polida, que voa mais rápida e precisa. Assim ele se via. Ele diz ainda no versículo 3:
“e me disse: Tu és o meu servo, és Israel, por quem hei de ser glorificado.” Isaías 49-3
Havia um propósito espiritual na vida de Isaías. No entanto, quando chega no versículo 4 ele diz:
“Eu mesmo disse: debalde tenho trabalhado, inútil e vãmente gastei as minhas forças; todavia, o meu direito está perante o SENHOR, a minha recompensa, perante o meu Deus.” Isaías 49-4
Encontramos Isaías lutando desesperadamente contra ele mesmo. O mesmo homem que estava registrando com uma visão grandiosa o seu ministério, agora está concluindo que é inútil seu trabalho. Um homem da envergadura deste profeta chega num momento em que vive uma profunda crise dentro de si próprio.
Sabe aquele momento que achamos que as coisas não tem sentido? Coisas que não compreendemos? Se este texto fosse escrito lá no começo do seu ministério, talvez seria mais compreensível, mas depois de uma longa caminhada e com uma larga experiência com Deus, é difícil entende-lo.
No entanto, nós somos normais. É possível vivermos dias assim. É possível lutarmos com a falta de sentido, de propósito e de razão. Tem gente que está na fronteira de deixar de congregar na Igreja, não por pecado, mas por esta crise. Já ouvi algumas vezes a expressão: “estou dando um tempo para mim mesmo.”
Muitas pessoas que enfrentam esta crise, não sabem como sair dela. Não tiveram ânimo de vir à Igreja, porque está dizendo para si mesma: “não vale a pena, estou gastando força inutilmente...”, Mas você é normal. Se estas palavras fossem de Demas que abandonou Paulo, ou de Judas que traiu Jesus, seria mais confortável para nós, mas o texto é do profeta Isaías.
Mas quando Isaías vive este momento de crise, o próprio Isaías nos surpreende com outras palavras:
“todavia, o meu direito está perante o SENHOR, a minha recompensa, perante o meu Deus.”
Quando Isaías muda o seu discurso novamente, ele está nos ensinando que as crises internas que passamos são transitórias e que eu preciso abreviar o tempo dela. Não posso permanecer em crise. Posso até receber uma seta de desânimo, mas não pode apagar o que Deus desenhou para você.
Quantas vezes nos sentimos inúteis? Quantas vezes não vemos frutos de coisas que plantamos? Achamos que o nosso direito já se extraviou ou está esquecido. Mas precisamos saber que está diante de Deus! Em 1 Tess 5.24 diz:
“Fiel é o que vos chama, o qual também o fará.” 1 Tess 5.24
Quem te chamou foi o Senhor, portanto não desanime! Em João 15.16 diz:
“Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda.” João 15.16
Deus não é injusto. Não se sinta pior do que você já está, mesmo com crise você é normal. Mas saiba que o seu direito está diante do Senhor e em breve você poderá dizer como o apóstolo Paulo: Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.
Autor: Pastor Jaime Soares
“e me disse: Tu és o meu servo, és Israel, por quem hei de ser glorificado.” Isaías 49-3
Havia um propósito espiritual na vida de Isaías. No entanto, quando chega no versículo 4 ele diz:
“Eu mesmo disse: debalde tenho trabalhado, inútil e vãmente gastei as minhas forças; todavia, o meu direito está perante o SENHOR, a minha recompensa, perante o meu Deus.” Isaías 49-4
Encontramos Isaías lutando desesperadamente contra ele mesmo. O mesmo homem que estava registrando com uma visão grandiosa o seu ministério, agora está concluindo que é inútil seu trabalho. Um homem da envergadura deste profeta chega num momento em que vive uma profunda crise dentro de si próprio.
Sabe aquele momento que achamos que as coisas não tem sentido? Coisas que não compreendemos? Se este texto fosse escrito lá no começo do seu ministério, talvez seria mais compreensível, mas depois de uma longa caminhada e com uma larga experiência com Deus, é difícil entende-lo.
No entanto, nós somos normais. É possível vivermos dias assim. É possível lutarmos com a falta de sentido, de propósito e de razão. Tem gente que está na fronteira de deixar de congregar na Igreja, não por pecado, mas por esta crise. Já ouvi algumas vezes a expressão: “estou dando um tempo para mim mesmo.”
Muitas pessoas que enfrentam esta crise, não sabem como sair dela. Não tiveram ânimo de vir à Igreja, porque está dizendo para si mesma: “não vale a pena, estou gastando força inutilmente...”, Mas você é normal. Se estas palavras fossem de Demas que abandonou Paulo, ou de Judas que traiu Jesus, seria mais confortável para nós, mas o texto é do profeta Isaías.
Mas quando Isaías vive este momento de crise, o próprio Isaías nos surpreende com outras palavras:
“todavia, o meu direito está perante o SENHOR, a minha recompensa, perante o meu Deus.”
Quando Isaías muda o seu discurso novamente, ele está nos ensinando que as crises internas que passamos são transitórias e que eu preciso abreviar o tempo dela. Não posso permanecer em crise. Posso até receber uma seta de desânimo, mas não pode apagar o que Deus desenhou para você.
Quantas vezes nos sentimos inúteis? Quantas vezes não vemos frutos de coisas que plantamos? Achamos que o nosso direito já se extraviou ou está esquecido. Mas precisamos saber que está diante de Deus! Em 1 Tess 5.24 diz:
“Fiel é o que vos chama, o qual também o fará.” 1 Tess 5.24
Quem te chamou foi o Senhor, portanto não desanime! Em João 15.16 diz:
“Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda.” João 15.16
Deus não é injusto. Não se sinta pior do que você já está, mesmo com crise você é normal. Mas saiba que o seu direito está diante do Senhor e em breve você poderá dizer como o apóstolo Paulo: Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.
Autor: Pastor Jaime Soares
Existe Uma Outra Opção - Jó 1.1-20
Este texto se for lido unicamente, digo o versículo 20:
“Então, Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a cabeça e lançou-se em terra e adorou;” Jó 1.20
não veremos nada de especial. Talvez seria óbvio demais. Mas o capítulo narra uma história inteira em que este versículo é a conclusão.
O capítulo inicia falando da integridade de Jó. Jó também buscava uma semelhança com o Senhor. Ele tinha 10 filhos e o texto diz que ele possuía muitos animais e servos. A ponto de ser considerado o maior de todos em sua geração no Oriente. O texto diz que Jó tinha o hábito de se levantar de madrugada e oferecer holocaustos ao Senhor por cada filho.
Jó se preocupava com o nível espiritual de seus filhos. Não fique preocupado apenas com o aspecto profissional e estudantil do seu filho. A maior herança que você pode deixar é a vida espiritual dele. Estamos hoje cercados de propostas malignas – vídeos-games de títulos malignos, filmes que falam de vampiros, monstros, bruxos, sem falar da lascívia que envolve tudo ao nosso redor. Lute para que seu filho seja íntegro no meio desta geração.
O versículo 10 diz que o diabo estava bisbilhotando Jó. Ele age assim também nos dias de hoje. Ele bisbilhota a sua casa, seu estilo de vida, e tudo o que você tem. E o diálogo dele com Deus diz que o Senhor o cercava. Quando temos uma aliança de fidelidade com Deus, o diabo não pode nos tocar. Quando você está bem e as coisas estão dando certo, satanás se incomoda.
E no versículo 13 começa a intrigante história de perdas da vida de Jó. Ele recebe quatro notícias, uma atrás da outra. Veio um mensageiro e falou das perdas dos bois e jumentas, quando ainda falava, veio outro e falou das ovelhas e servos, outro mensageiro falou das perdas dos camelos e dos servos. E por fim falou da perda dos dez filhos de uma única vez.
Quando Jó recebe estas notícias, imediatamente a sua reação foi esta do versículo 20:
“então, Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a cabeça e lançou-se em terra e adorou;” Jó 1.20
Existe uma outra opção, quando entramos em tamanha crise. Tem pessoas que optam em murmurar, lamentar, entrar em depressão, se fechar para a vida, questionar a soberania de Deus... O que faríamos diante de tantas notícias trágicas? Jó não enlouqueceu, perdeu o tino ou entrou em depressão. É possível crescer no sofrimento.
Pessoas que estão vivendo uma rotina de perdas. É difícil administrar momentos de perdas. Mas o sofrimento é uma escola para termos uma atitude que nos leve ao crescimento.
O teu sofrimento é um vestibular para Deus te colocar em níveis mais alto. Jó, antes do sofrimento, conhecia Deus de uma forma, mas depois, ele mesmo diz, que então o conheceu a ponto de vê-lo. Levante-se não para murmurar, mas para adorar a Deus. Deus vai escrever uma história diferente. No capítulo 42, versículo 10 diz:
“Mudou o SENHOR a sorte de Jó, quando este orava pelos seus amigos; e o SENHOR deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra.” Jó 42.10
Deus mudou a sorte de Jó, não quando ele investia em banco, mas quando orava pelos seus amigos. Há uma outra opção do que ficar ser lamentando. As grandes conquistas vem através do sofrimento.
Autor: Pastor Jaime Soares
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“Então, Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a cabeça e lançou-se em terra e adorou;” Jó 1.20
não veremos nada de especial. Talvez seria óbvio demais. Mas o capítulo narra uma história inteira em que este versículo é a conclusão.
O capítulo inicia falando da integridade de Jó. Jó também buscava uma semelhança com o Senhor. Ele tinha 10 filhos e o texto diz que ele possuía muitos animais e servos. A ponto de ser considerado o maior de todos em sua geração no Oriente. O texto diz que Jó tinha o hábito de se levantar de madrugada e oferecer holocaustos ao Senhor por cada filho.
Jó se preocupava com o nível espiritual de seus filhos. Não fique preocupado apenas com o aspecto profissional e estudantil do seu filho. A maior herança que você pode deixar é a vida espiritual dele. Estamos hoje cercados de propostas malignas – vídeos-games de títulos malignos, filmes que falam de vampiros, monstros, bruxos, sem falar da lascívia que envolve tudo ao nosso redor. Lute para que seu filho seja íntegro no meio desta geração.
O versículo 10 diz que o diabo estava bisbilhotando Jó. Ele age assim também nos dias de hoje. Ele bisbilhota a sua casa, seu estilo de vida, e tudo o que você tem. E o diálogo dele com Deus diz que o Senhor o cercava. Quando temos uma aliança de fidelidade com Deus, o diabo não pode nos tocar. Quando você está bem e as coisas estão dando certo, satanás se incomoda.
E no versículo 13 começa a intrigante história de perdas da vida de Jó. Ele recebe quatro notícias, uma atrás da outra. Veio um mensageiro e falou das perdas dos bois e jumentas, quando ainda falava, veio outro e falou das ovelhas e servos, outro mensageiro falou das perdas dos camelos e dos servos. E por fim falou da perda dos dez filhos de uma única vez.
Quando Jó recebe estas notícias, imediatamente a sua reação foi esta do versículo 20:
“então, Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a cabeça e lançou-se em terra e adorou;” Jó 1.20
Existe uma outra opção, quando entramos em tamanha crise. Tem pessoas que optam em murmurar, lamentar, entrar em depressão, se fechar para a vida, questionar a soberania de Deus... O que faríamos diante de tantas notícias trágicas? Jó não enlouqueceu, perdeu o tino ou entrou em depressão. É possível crescer no sofrimento.
Pessoas que estão vivendo uma rotina de perdas. É difícil administrar momentos de perdas. Mas o sofrimento é uma escola para termos uma atitude que nos leve ao crescimento.
O teu sofrimento é um vestibular para Deus te colocar em níveis mais alto. Jó, antes do sofrimento, conhecia Deus de uma forma, mas depois, ele mesmo diz, que então o conheceu a ponto de vê-lo. Levante-se não para murmurar, mas para adorar a Deus. Deus vai escrever uma história diferente. No capítulo 42, versículo 10 diz:
“Mudou o SENHOR a sorte de Jó, quando este orava pelos seus amigos; e o SENHOR deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra.” Jó 42.10
Deus mudou a sorte de Jó, não quando ele investia em banco, mas quando orava pelos seus amigos. Há uma outra opção do que ficar ser lamentando. As grandes conquistas vem através do sofrimento.
Autor: Pastor Jaime Soares
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Testemunhe os Feitos de Deus- Marcos 1.40-45
Jesus foi abordado por um homem leproso. Este fica de joelhos e clama ao Senhor: “Se quiseres, podes purificar-me.”
O Evangelho de Lucas nos conta ainda um outro detalhe, diz que aquele homem, estava coberto de lepra. Ele era visto como um miserável, excluído da sociedade. Era obrigado a ficar afastado da família. Este homem, coberto de lepra vislumbra a possibilidade de ver a sua vida mudar, e quebra todas as regras, indo em direção de Jesus para suplicar a sua cura.
Jesus se compadeceu daquele homem e, quebrando a Lei, toca nele. E no mesmo instante ele foi curado. Jesus lhe advertiu que não falasse para ninguém e que se apresentasse ao Sacerdote. Mas quando ele saiu da presença de Jesus, ele saiu testemunhando a sua cura. O v.45 diz:
“Mas, tendo ele saído, entrou a propalar muitas coisas e a divulgar a notícia, a ponto de não mais poder Jesus entrar publicamente em qualquer cidade, mas permanecia fora, em lugares ermos; e de toda parte vinham ter com ele.” Lucas 1.45
Como pode alguém leproso, que foi curado totalmente, ficar calado? A nossa reação não seria a mesma? Jesus pediu para que ele ficasse calado, e acho que é a coisa mais difícil que Jesus possa pedir a alguém.
Em Mateus 9.27 – 31 narra a história de um outro milagre de Jesus. Dois cegos foram curados e Jesus os advertiu também para que não falassem, mas eles saíram contando a todos sobre a cura. Em Mc 7.31 – 36 foi a vez de surdo e gago que foi curado e Jesus também o proibiu de falar, mas a sua reação foi a mesma dos demais – testemunhar.
O que aconteceria hoje, se começássemos a contar mais sobre o que Jesus tem feito por nós?
Naquela época Jesus censurou aqueles homens, porque não teria espaço o suficiente para vir tantas multidões o tempo todo. Não haveria logística para suportar o volume de pessoas que viriam a Jesus. Mas hoje não temos este problema. Jesus, na pessoa do Espírito Santo opera no meio de sua Igreja em qualquer lugar simultaneamente. E não será que não deveríamos ter um fluxo grande de testemunhos sobre os feitos de Deus?
Existem pessoas que inconscientemente deixaram a ingratidão tomar conta de seus corações. Deveríamos estar contando o que Deus está fazendo conosco. Em Salmos 26.7 diz:
“para entoar, com voz alta, os louvores e proclamar as tuas maravilhas todas.” Salmos 26.7
É com voz alta que deveríamos testemunhar. Deveria ter filas de pessoas para falar não somente de milagres extraordinários, mas coisas do cotidiano que Deus conduz em nosso favor. Existem muitos feitos de Deus que estamos calando.
Saia contando o que Deus lhe fez! Conte! Pois a fé de outros vai ser estimulada. Em Salmos 77.11 diz:
“Recordo os feitos do SENHOR, pois me lembro das tuas maravilhas da antiguidade.” Salmos 77.11
A Bíblia conta a história do rei Uzias. O texto de 2 Cr 26.5 diz:
“Propôs-se buscar a Deus nos dias de Zacarias, que era sábio nas visões de Deus; nos dias em que buscou ao Senhor Deus o fez prosperar.” 2 Cr 26.5
Mas o v.16 diz:
“Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína, e cometeu transgressões contra o Senhor, seu Deus, porque entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar do incenso.” 2 Cr 26.16
Que não tenhamos memória falha. Que não esqueçamos do que Deus fez. Que o nosso coração não se exalte, como o do rei Uzias. Testemunhe! Fale para quantos puder! Anuncie a ação de Deus!
Autor: Pastor Jaime Soares
O Evangelho de Lucas nos conta ainda um outro detalhe, diz que aquele homem, estava coberto de lepra. Ele era visto como um miserável, excluído da sociedade. Era obrigado a ficar afastado da família. Este homem, coberto de lepra vislumbra a possibilidade de ver a sua vida mudar, e quebra todas as regras, indo em direção de Jesus para suplicar a sua cura.
Jesus se compadeceu daquele homem e, quebrando a Lei, toca nele. E no mesmo instante ele foi curado. Jesus lhe advertiu que não falasse para ninguém e que se apresentasse ao Sacerdote. Mas quando ele saiu da presença de Jesus, ele saiu testemunhando a sua cura. O v.45 diz:
“Mas, tendo ele saído, entrou a propalar muitas coisas e a divulgar a notícia, a ponto de não mais poder Jesus entrar publicamente em qualquer cidade, mas permanecia fora, em lugares ermos; e de toda parte vinham ter com ele.” Lucas 1.45
Como pode alguém leproso, que foi curado totalmente, ficar calado? A nossa reação não seria a mesma? Jesus pediu para que ele ficasse calado, e acho que é a coisa mais difícil que Jesus possa pedir a alguém.
Em Mateus 9.27 – 31 narra a história de um outro milagre de Jesus. Dois cegos foram curados e Jesus os advertiu também para que não falassem, mas eles saíram contando a todos sobre a cura. Em Mc 7.31 – 36 foi a vez de surdo e gago que foi curado e Jesus também o proibiu de falar, mas a sua reação foi a mesma dos demais – testemunhar.
O que aconteceria hoje, se começássemos a contar mais sobre o que Jesus tem feito por nós?
Naquela época Jesus censurou aqueles homens, porque não teria espaço o suficiente para vir tantas multidões o tempo todo. Não haveria logística para suportar o volume de pessoas que viriam a Jesus. Mas hoje não temos este problema. Jesus, na pessoa do Espírito Santo opera no meio de sua Igreja em qualquer lugar simultaneamente. E não será que não deveríamos ter um fluxo grande de testemunhos sobre os feitos de Deus?
Existem pessoas que inconscientemente deixaram a ingratidão tomar conta de seus corações. Deveríamos estar contando o que Deus está fazendo conosco. Em Salmos 26.7 diz:
“para entoar, com voz alta, os louvores e proclamar as tuas maravilhas todas.” Salmos 26.7
É com voz alta que deveríamos testemunhar. Deveria ter filas de pessoas para falar não somente de milagres extraordinários, mas coisas do cotidiano que Deus conduz em nosso favor. Existem muitos feitos de Deus que estamos calando.
Saia contando o que Deus lhe fez! Conte! Pois a fé de outros vai ser estimulada. Em Salmos 77.11 diz:
“Recordo os feitos do SENHOR, pois me lembro das tuas maravilhas da antiguidade.” Salmos 77.11
A Bíblia conta a história do rei Uzias. O texto de 2 Cr 26.5 diz:
“Propôs-se buscar a Deus nos dias de Zacarias, que era sábio nas visões de Deus; nos dias em que buscou ao Senhor Deus o fez prosperar.” 2 Cr 26.5
Mas o v.16 diz:
“Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína, e cometeu transgressões contra o Senhor, seu Deus, porque entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar do incenso.” 2 Cr 26.16
Que não tenhamos memória falha. Que não esqueçamos do que Deus fez. Que o nosso coração não se exalte, como o do rei Uzias. Testemunhe! Fale para quantos puder! Anuncie a ação de Deus!
Autor: Pastor Jaime Soares
domingo, 10 de outubro de 2010
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