sexta-feira, 10 de junho de 2011

Amigo…Eu preciso de você

Amigo…Eu preciso de você

Na estrada de minha casa há um pasto. Dois cavalos vivem lá.

De longe, parecem cavalos como os outros cavalos, mas, quando se olha bem, percebe-se que um deles é cego. Contudo, o dono não se desfez dele e arrumou-lhe um amigo – um cavalo mais jovem. Isso já é de admirar.

Se você ficar observando, ouvirá um sino. Procurando de onde vem o som, você verá que há um pequeno sino no pescoço do cavalo menor.

Assim, o cavalo cego sabe onde está seu companheiro e vai até ele.

Ambos passam os dias comendo e no final do dia o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo.

E você percebe que o cavalo com o sino está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes, pára para que o outro possa alcançá-lo.

E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo.

Como o dono desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios. Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos.

Algumas vezes somos o cavalo cego guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas. Outras vezes, somos o cavalo que guia, ajudando outros a encontrar seu caminho.

E assim são os bons amigos. Você não precisa vê-los, mas eles estão lá.

Amigo… Eu preciso de você. Por favor, ouça o meu sino e eu também ouvirei o seu.

Como Limão Ou Como Mel?

Como Limão Ou Como Mel?
“Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os
campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado;
Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação” (Habacuque 3:17, 18).
Uma senhora tinha o costume incurável de resmungar contra tudo e todo mundo. Finalmente, o ministro achou que havia encontrado alguma coisa da qual ela não poderia reclamar. Sua colheita de batatas era a melhor em toda a região. “Ah, até que enfim a senhora deve estar muito feliz”, disse ele com um sorriso radiante, quando a encontrou em uma rua da aldeia. “Todos estão dizendo que sua colheita de batatas foi esplêndida este ano”. A velha senhora o encarou com um olhar penetrante e disse: “É verdade que elas não são tão ruins, mas, onde estão as podres, para os porcos?”
Muitas oportunidades perdemos de encontrar a nossa felicidade, somente por não estarmos satisfeitos com nada.
Tudo é motivo para murmurações, queixas, resmungos. Queremos tudo e não queremos nada. Estamos insatisfeitos com tudo o que temos e com tudo o que não temos. Vivemos de mal com a vida e coisa alguma alegra o nosso coração.
Se os irmãos nos visitam… não têm o que fazer em casa. Se não nos visitam… não têm amor e nos tratam com
indiferença. Se nos telefonam… certamente estão com algum interesse. Se não nos telefonam… não praticam os ensinos da amizade. E assim passamos os dias, azedos como limão.
A senhora da nossa ilustração era assim. As lamentações eram seu passatempo preferido! Porém, não são assim os que têm uma verdadeira experiência com o Senhor Jesus. Estão sempre satisfeitos e com um belo sorriso nos lábios. Se as batatas estão bonitas… glorificam a Deus. Se as batatas não são muito boas, glorificam pelo que pode ser aproveitado. O que mais lhes importa é saber que o Senhor está com eles e que cuida deles com zelo e carinho.
Ao contrário dos murmuradores, os que caminham na presença de Deus são doces como o mel, são simpáticos e prestativos, são alegres e bem humorados, são e se sentem sempre abençoados.
Você se parece com limão ou com mel?

terça-feira, 7 de junho de 2011

'Moisés e o Êxodo'

Moisés nasceu aproximadamente em 1500 AC. Ele foi escolhido para tirar Israel da escravidão, e lhes entregar as leis de Deus. Quando o Livro de Êxodo começa, os hebreu moravam no Egito, e com o passar do tempo cresceram em número e o novo Faraó que não conheceu a José, escravizou os hebreus, com amarga escravidão. Os escravos hebreus, com o tempo, começaram a se reproduzir tão rapidamente que o rei se sentia ameaçado por uma revolta em potencial contra a sua autoridade. Então, ele deu ordens de que a mais nenhuma criança hebréia do sexo masculino poderia viver. Para salvar o pequeno Moisés, sua mãe fez uma cesta de papiro, e a impermeabilizou com asfalto e piche. Ela colocou Moisés no cesto, e o deixou-o e flutuando entre os juncos às margens do Rio Nilo.

Pela providência de Deus, Moisés - filho de escravos hebreus - foi encontrado e adotado pela princesa egípcia, a filha do Faraó, sendo criado no palácio real como príncipe dos egípcios: "E Moisés era instruído em toda a sabedoria dos egípcios, e era poderoso em palavras e obras" (Atos 7:22). Ao mesmo tempo, o Senhor determinou que Moisés deveria ser ensinado em sua infância, pela sua própria mãe. Isto significa que, ele foi instruído na fé de seus pais, embora sendo criado como um egípcio (Ex. 2:1-10).

Moisés foi educado na civilização mais adiantada daquele tempo. O seu treinamento foi projetado para o preparar para um alto cargo, ou até mesmo o trono do Egito. Ele ficou familiarizado com a vida na corte de Faraó, com toda a pompa e grandeza da adoração religiosa egípcia. Foi educado na escrita e nas literatura do seu tempo. Também aprendeu a administração e a justiça. Quando tinha 40 anos, Moisés se indginou com um feitor egípcio que estava batendo em um escravo hebreu; e ele matou o egípcio e o enterrou na areia (Ex. 2:12). Quando isto ficou conhecido, ele temeu por sua própria vida, e fugiu do Egito para a terra do deserto de Midiã, onde ele se casou uma das filhas de Jetro, passando então a cuidar dos rebanhos de Jetro.

Depois de aproximadamente 40 anos, Deus falou a Moisés de uma sarça que ardia, mas não se consumia. Deus mandou Moisés de volta para o Egito, para resgatar os hebreus da escravidão, para a terra prometida a Abraão. Deus demonstrou o Seu poder para Moisés e revelou a Ele o Seu Santo Nome "YHVH " ou " Yaweh " (Jeová se tornou uma pronuncia popular no 16º século por tradutores alemães, embora não há nenhum som para o " J " em Hebraico).


As consoantes hebraicas Yod (Y) Eh (H) Vav (V ou W) Eh (H), ou Yahweh, na
Catedral de Winchester. YHWH é chamado o Tetragrammaton, significado do
grego "quatro letras". Os escribas de masoréticos omitiram as vogais, assim
ninguém pronunciaria este Nome Santo. (Jeová se tornou uma pronunciação
popular no 16º século por tradutores alemães, embora não há nenhum som "J" no Hebraico).

O Mishnah estabeleceu a regra "No santuário, o nome de Deus será pronunciado
na Benção Sacerdotal como é escrito: YHVH, mas fora do santuário deve ser
parafraseado e pronunciado como Adonai."

Deus ungiu Arão para ir com Moisés, para ser o seu porta-voz. Eles, então, convenceram o povo de Israel para os seguir, mas, Faraó não lhes deixaria ir.





Tradição Judaica

O Midrash dá o relato da primeira entrevista que aconteceu entre Faraó e Moisés e Arão. Quando o rei egípcio lhes perguntou, " Quem é seu Deus para que eu deva ouvir a sua voz? eles responderam, "O universo está cheio do poder do nosso Deus. Ele existiu antes que o mundo fosse criado, e Ele continuará a existir quando o mundo acabar. Ele te formou e colocou em ti fôlego da vida. Ele estendeu os céus e pôs os fundamentos da terra. A Sua expele chamas de fogo, rasga as montanhas, e quebra as pedras. O seu arco é fogo e as chamas são as suas flechas. A sua lança é uma tocha, e ele se cobre com as suas nuvens, e o relâmpago é a sua espada. Ele formou as montanhas, as colinas e os cobriu com a relva. Ele faz cair as chuvas e o orvalho, e faz com que brotem as pastagens. Ele também forma o embrião no útero da mãe, e permite que se torne um ser vivente." (Exod. R. v. 14).


Então Deus enviou as 10 pragas aos egípcios. A última praga foi a morte dos primogênitos em toda casa, cujas portas não estavam marcadas com o sangue. Quando as pragas do juízo foram todas lançadas, o Egito estava devastado. As pragas não só escarneceram do orgulho dos egípcios, mas também escarneceu dos seus deuses, porque nenhum lhes podia ajudar. A 10ª praga golpeou os egípcios.

1. Primeira Praga: Sangue
2. Segunda Praga: Rãs
3. Terceira Praga: Piolhos
4. Quarta Praga: Moscas
5. Quinta Praga: Peste nos Animais
6. Sexta Praga: Úlceras
7. Sétima Praga: Saraiva
8. Oitava Praga: Gafanhotos
9. Nona Praga: Escuridão
10. Décima Praga: Morte dos primogênitos

Todas as outras pragas reunidas não lançaram fora os hebreu da escravidão, mas a décima praga tocou em todo o Egito, e matou à meia-noite os seus primogênitos, inclusive o de Faraó.

Ex 12:29-31 " E aconteceu, à meia noite, que o SENHOR feriu a todos os primogênitos na terra do Egito, desde o primogênito de Faraó, que se sentava em seu trono, até ao primogênito do cativo que estava no cárcere, e todos os primogênitos dos animais. E Faraó levantou-se de noite, ele e todos os seus servos, e todos os egípcios; e havia grande clamor no Egito, porque não havia casa em que não houvesse um morto. Então chamou a Moisés e a Arão de noite, e disse: Levantai-vos, saí do meio do meu povo, tanto vós como os filhos de Israel; e ide, servi ao SENHOR, como tendes dito."

Para os egípcios foi uma tragédia e um embaraço quando o Deus dos Hebreus fez uma exibição aberta à vista de todos, da sua superioridade.

Deus ordenou que os Israelitas celebrassem a " Páscoa" onde o anjo da morte poupou as casas que tinham o sangue de um cordeiro.

Ex 12:1-14
"E FALOU o SENHOR a Moisés e a Arão na terra do Egito, dizendo: Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano. Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família. Mas se a família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu vizinho perto de sua casa, conforme o número das almas; cada um conforme ao seu comer, fareis a conta conforme ao cordeiro. O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras. "




A ovelha era reconhecida por sua gordura, rabo carnudo.
A cor de sua lã normalmente era branca, marrom ou às vezes
as pernas e a cabeças pretas. As ovelhas eram descritas como
bondosas, não teimosas, temerosas, sem defesa, pacientes,
sofredoras, e eram abundantes em Israel.

" E o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará à tarde. E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem. E naquela noite comerão a carne assada no fogo, com pães ázimos; com ervas amargosas a comerão. Não comereis dele cru, nem cozido em água, senão assado no fogo, a sua cabeça com os seus pés e com a sua fressura. E nada dele deixareis até amanhã; mas o que dele ficar até amanhã, queimareis no fogo."

" Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do SENHOR. E eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e em todos os deuses do Egito farei juízos. Eu sou o SENHOR. E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito. E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao SENHOR; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo."





Tradição Judaica

Pesach

A Páscoa (Pesach) é a festa da libertação. O Pesach é uma combinação de 2 palavras, peh que significa boca, e sach - que pretende falar. De acordo com a tradição judaica, a escravidão era tão severa, que eles eram obrigados a trabalhar e se manter calados. E eles deviam manter silêncio sobre o seu Deus. Na noite de Páscoa os judeus ficaram livres e então foi-lhes permitido falar d'Ele e louvá-lO livremente.

Ex 15:1-2 "ENTÃO cantou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao SENHOR, e falaram, dizendo: Cantarei ao SENHOR, porque gloriosamente triunfou; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro. O SENHOR é a minha força, e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus, portanto lhe farei uma habitação; ele é o Deus de meu pai, por isso o exaltarei."

A Páscoa Moderna

Nos lares judaicos de hoje, a cerimônia da Páscoa é celebrada anualmente. A cerimônia é chamada de um Seder que literalmente quer dizer "a ordem" da cerimônia. Hoje, o ritual que foi projetado para os lembrar da amarga escravidão dos seus antepassados no Egito, a tremenda libertação que Deus lhes deu, é relatado no livro de oração chamado de Haggadah. A mesa do banquete é decorada com artigos festivos que estimularão perguntas que contarão toda a história de Páscoa. Os artigos são:

Água salgada e Verdura (Representando a vida que vai adiante - a primavera).

Um Osso Assado (recordando o Cordeiro Pascal).

Pão sem fermento ou Matzos (Comido durante toda a semana).

Ervas amargas ou Moror, como rabanete (para os lembrar da amargura da escravidão).

Maçãs, castanhas e vinho, ou Haroseth (a mistura de cores os lembra do barro do qual são feitos os tijolos e a doçura do gosto, simbolizando a esperança de liberdade que adocicou a escravidão).

As crianças fazem quatro perguntas acerca da cerimônia de Páscoa, pois esta era uma noite diferente de todas as outras:
1. Por que em todas as outras noites nós comemos pão fermentado ou matzah e nesta noite nós comemos só matzos?
2. Por que em todas as outras noites nós comemos todo tipo de verduras e nesta noite nós só comemos ervas amargas?
3. Por que nesta noite nós mergulhamos as ervas na salmora, e ervas amargas em haroseth?
4. Por que em todas as outras noites nós comemos sentados ou reclinados, e nesta noite nós comemos em pé? (Antigamente um homem comia o jantar dele, sem pressa, reclinado à mesa).

Meshiach Y'shua Jesus Nossa Páscoa

1 Cor 5:7 "... Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós."

1 Pedro1:18-19 " Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado."

O Novo Testamento ensina que o Egito era um tipo do mundo, e Faraó um tipo de Satanás, e a escravidão egípcia era um tipo do pecado, e o Cordeiro Pascal fala de Jesus, nosso Cordeiro Pascal que morreu em nosso lugar, e pelas suas pisaduras nós somos curados. O Anjo da Morte ignorou a casa dos hebreus pois viu o sangue que apontava ao Messias que um dia seria entregue, e morreria pelo seu povo.

Os escritos Rabínicos mostravam que o Messias, na Sua vinda, conquistará a morte [Pesikta Rabbah 161b].

Hb 2:14-15 " E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo; E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão."


Depois, Faraó finalmente cedeu e deixou o povo de Israel sair (e com toda a riqueza do Egito).

Depois, Faraó finalmente cedeu e deixou o povo de Israel sair, (e com toda a riqueza do Egito), mas assim que eles partiram, Faraó mudou de idéia. Ele enviou o seu exército atrás de Israel, que estava acampado diante do Mar Vermelho. Deus separou as águas e os levou em solo seco.

Ex 14:21-22

"Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o SENHOR fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco, e as águas foram partidas. E os filhos de Israel entraram pelo meio do mar em seco; e as águas foram-lhes como muro à sua direita e à sua esquerda."


Faraó conduzindo as suas tropas em uma carruagem de guerra. Ao seu lado estavam carruagens quebradas e soldados agonizantes. A carruagem de guerra era um poderoso intrumento de guerra no Egito em 1700 AC. Cada carruagem tinha um motorista e um tripulante que lutava, armado com um arco, lanças, e proteção.

Então as águas se precipitaram sobre os exércitos de Faraó:

Ex 14:28-29

"Porque as águas, tornando, cobriram os carros e os cavaleiros de todo o exército de Faraó, que os haviam seguido no mar; nenhum deles ficou. Mas os filhos de Israel foram pelo meio do mar seco; e as águas foram-lhes como muro à sua mão direita e à sua esquerda."

Os Israelitas eram guiados pela Shekinah, a misteriosa nuvem de glória que os conduziu no Monte Sinai. No caminho foi provada a fé deles, pois experimentaram intenso calor, fome, sede, e guerra. Deus fez muitos milagres inclusive o "maná", o pão que veio do céu.





Tradição Judaica

O deserto era um lugar de miséria e morte com uma temperatura que às vezes alcança mais de 120 graus. Sem o Senhor, os judeus nunca teriam sobrevivido à isto. Depois da libertação do Egito, e da cruel escravidão, os judeus tiveram que enfrentar o castigo do amargo frio, e do calor devastador do deserto. Eles sobreviveram por causa da nuvem de glória protetora que pairou por cima deles de dia e de noite. Durante a Festa das Cabanas (Heb. Sukkah), os judeus faziam pequenas cabanas protetoras ou barracas, para lembrar-se dos perigos que eles enfrentaram, durante a Festa das Cabanas. De acordo com tradição judaica, Sukkah, é o mizvah que celebra o cuidado divino do Senhor, e as letras da palavra Sukkah são um acróstico para:

somekh - apoiando

kol - tudo

ha'noflim - que se caem


Sl 145:14 " O SENHOR sustenta a todos os que caem, e levanta a todos os abatidos."

domingo, 5 de junho de 2011

A BENÇÃO DE JOSÉ Gênesis 49: 22 – 26


Introdução

Deus tem um negócio com todos aqueles que guardam a sua Palavra, e por isso lhes concede experiências para que cresçam no seu conhecimento e na sua graça.

Desenvolvimento

1. José foi desprezado por seus irmãos e incompreendido por seus pais, no entanto guardou a Palavra do Senhor e ele o colocou numa posição elevada.

2. José cresceu muito, mas o Senhor o chamou de “ramo”, que representa algo frágil mas que por estar junto às fontes das águas se torna grandemente frutífero. Era um ramo frágil na verdade, mas que corria sobre o “muro”, que lhe dava sustentação e firmeza. O Senhor é o muro que dá sustento à sua igreja, que é o ramo frágil que frutifica junto à fonte. O fruto é o alimento que deve ser produzido, apesar das lutas e das frechas amargas que são lançadas contra nós a todo momento para nos provar. Apesar das provas, o ramo não pode deixar de produzir frutos, pois ele não depende dos fatores exteriores, mas da fonte que lhe fornece a seiva que circula no seu interior.

3. A razão das provas é que elas nos levam a lançar mão do “arco” (revelação) e nele nos suster. Nas situações de fraqueza nossos braços devem ser fortalecidos pelas mãos do “Valente de Jacó”, que é o Senhor Jesus, pois ele é o Forte que tem o arco que nos dá a vitória. Ele é o “Pastor” que nos livra do lobo e nos guarda de todos os perigos deste mundo. Ele é a nossa “Pedra”, o nosso fundamento onde reclinamos a cabeça para descansarmos e termos a visão da eternidade (experiência de Jacó).

Conclusão

As bênçãos do Senhor são para a sua igreja, as dos céus e as da profundidade. As bênçãos dos peitos (o leite, o alimento, a Palavra Revelada) e da madre (a vida eterna). As bênçãos que o Senhor tem para nós nesta última hora são mais excelentes que as do princípio (vinho de excelente qualidade) até às extremidades dos montes eternos. Elas estarão sobre a igreja, a qual foi separada dentre os povos da terra.

Nada Além do Sangue - Fernandinho

sábado, 4 de junho de 2011

DEZ MANEIRAS DE DESTRUIR UM CASAMENTO


Como um casal através do abuso do poder pode destruir o casamento.

Pr. Josué Gonçalves

Solicitar e exigir o centro das atenções.

Um cônjuge pode tender a monopolizar a relação, pedir atenção, exibir suas realizações e deixar os outros esperando a fim de manter um senso de controle. A pessoa que busca o controle irá exigir constantemente aprovação. Para isso, o ponto central da discussão deve ser sempre ela.

Manipular, mandar e castigar.

A manipulação através da repreensão, desprezo, críticas, acusações e regularizações que destrói o vínculo conjugal. A vantagem é do atacante, e eles logo aprendem que é importante atacar primeiro. Como resultado, o que toma a iniciativa acusa o outro de ser o responsável pelo que considera um erro. Este tipo de poder conjugal coloca o parceiro numa posição defensiva e o torna vulnerável à manipulação do atacante.

Negar intimidade.

O cônjuge que deseja o poder muitas vezes irá criar e manter a distância do parceiro. O medo de perder o “controle” não permite intimidade. Esse tipo de abuso pode levar o parceiro ignorado a procurar calor, aceitação e amizade em outros lugares.

Apenas receber

“O que eu ganho com isso?”, é a pergunta na mente desse cônjuge. Algumas vezes o “recebedor” fará uso do charme, inteligência persuasão, desaprovação ou desprazer para conseguir o que quer dos outros. A tendência de usar o cônjuge com fins egoístas, não colaborando e tentando manipulá-lo, pode destruir a auto-estima da pessoa que está sendo vítima deste abuso.

Se um cônjuge precisa sempre receber, o outro tem de se mostrar sempre liberal.

Buscando o controle – o(a) controlador(a).

Os que temem que a vida possa controlá-los, no geral viram a mesa a fim de certificar-se de que controlam os outros. O “controlador” se torna mestre em ocultar do cônjuge os seus sentimentos, intelectualizando as situações, a fim de evitar mostrar emoção. Este cônjuge priva o relacionamento da espontaneidade, no esforço de manter sua imagem de parceiro que mantém o controle.

Apresentando uma imagem de retidão – o cônjuge fariseu.

Infelizmente, muitos cônjuges pensam que sua bondade lhes trará realização, alegria, paz e felicidade na relação conjugal. Esta é a razão de se sentirem compelidos a apontar as fraquezas de outros. A briga neste tipo de relacionamento é caracterizada por um egoísmo que considera apenas os seus sentimentos e opiniões pessoais. O parceiro então desanima. Em razão de nunca ser suficientemente bom, o cônjuge abusado começa a assumir o papel de “mau” no relacionamento.

Mostrar-se superior.

A prioridade aqui é ser melhor que os outros. Esta atitude, lamentavelmente, se reflete com mais freqüência nos cristãos. Na realidade, o cônjuge “superior” muitas vezes se sente inadequado ou não se acha a altura do parceiro. O abusador, então, compensa o seu sentimento esforçando-se para ser mais competente, eficiente, reconhecido e útil ao outro.

O parceiro oprimido, em conseqüência, se fecha no que diz respeito a correr riscos e compartilhar no casamento, temendo que suas palavras sejam interpretadas de maneira diferente da pretendida. Torna-se submisso, controlado, manipulado e cauteloso, procurando a todo custo evitar ferir a sensibilidade do cônjuge “superior”.

Buscando vingança.

Quando o cônjuge se sente desarmado e traído, sem esperança de vir a ser aceito, quase sempre busca vingar-se. O parceiro desanimado pode começar a ferir seu cônjuge verbalmente ou fisicamente, a fim de ficar quites.

Acredite, algumas pessoas mantém registros em sua mente sobre relacionamento conjugal. A vingança se torna, portanto, uma obsessão, deixando o outro cônjuge numa posição decididamente desvantajosa.

Esperando demais.

Quando as coisas não vão bem no casamento, a ameaça de rejeição pode provocar desânimo no cônjuge vitimado. Esta tática de poder, espera continuamente que o parceiro seja “mais e mais” e faça “mais e mais” para manter feliz o dominador. O parceiro mais fraco começa a compreender que, por mais que se esforce, jamais alcançará os padrões estabelecidos pelo “mais forte”. Expectativas irreais pode intimidá-lo a ponto de fazê-los sentir incapaz de vir a ser aceito um dia.

Reter afirmação e conhecimento.

Quando deixamos de reconhecer o progresso e de apoiar a quem mais amamos, privamos o nosso parceiro da motivação que necessita para manter-se no caminho da excelência. Pegar na mão do cônjuge ou dar-lhe um abraço amável e amoroso irá operar maravilhas e ajudá-lo a melhorar cada vez mais. A espontaneidade de um beijo no rosto ou de um abraço apaixonado pode produzir o melhor dos efeitos e afirmar mais do que podemos imaginar em nosso casamento.

1 Bibliografia: Richard W. Dortck - Orgulho fatal – Editora CPAD.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Vaso de jujuba

jardim11

Você pode fazer esse vasinho como lembrancinha para classe de criança, elas vão adorar!!

Você vai precisar de:

  • Tule 35 cm da quer que preferir,
  • Copo plástico para mousse,
  • cola quente,
  • Bola de isopor – 50mm,
  • Papel alumínio,
  • Palitos de churrasco e palitos de dente,
  • Linha de costura,
  • Jujubas e bala ou confeito de sua preferência,
  • Tesoura e
  • Estilete

Corte a bola de isopor na metade e a forre com o papel alumínio. Corte os palitos de dente no tamanho de 2 cm cada. Espete a jujuba no palito e o palito na bola de isopor. Faça até completar a parte redonda da bola. Espete o palito de churrasco na base da bola. Encha o copo plástico de confeitos, balas ou jujubas. Embrulhe o copo com o tule e amarre as pontas com a linha. No meio do franzido das pontas enfie o palito de churrasco com a bola de jujubas. Pronto!

Dicas

  1. Você pode colocar bexigas ou palitos com os personagens da festa entre as jujubas para o centro de mesa ficar maior.
  2. O tule pode ser substituído por TNT.
  3. No lugar de jujubas você pode colocar o doce de sua preferência (brigadeiro, beijinho, etc).